#Entrevista #Facnopar

Olá meus leitores, salve salve!!!

Segue entrevista que dei à Facnopar (Apucarana-PR) onde conversamos sobre o que é Design de Interiores, quem é este profissional e para que serve, qual o perfil profissional, situação do mercado de trabalho,regulamentação profissional, os vetos e as perspectivas para a profissão.

Espero que gostem.

Para assisti-lo, clique aqui.

Até a próxima!!!

 

 

P&D 2016

Olá pessoal, sei que faz um tempinho que não posto nada por aqui mas a correria está muito grande.

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Neste post que informar a vocês sobre a 12ª edição do P&D Design – Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design. Desta vez, os valorosos responsáveis pela realização deste que é o maior evento de pesquisa em Design nacional são o Programa de Pós-Graduação em Design da Universidade do Estado de Minas Gerais em parceria com o Centro Universitário UNA.

O evento será realizado nos dias 4 a 7 de Outubro de 2016, na Rua Aimorés, 1451, Belo Horizonte/MG.

E olhem bem quem estará por lá apresentando um artigo que, modéstia às favas, foi aprovado sem qualquer alteração ou revisão:

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É isso mesmo, EU!!!

Vou apresentar meu artigo “O DESIGN APLICADO AOS AMBIENTES: REFLEXÕES E OBSERVAÇÕES SOBRE A NOSSA HISTÓRIA” no dia 4 às 16:30h.

Este artigo é fruto de anos de pesquisa sobre a história de nossa área profissional onde busquei confrontar a História distorcida e errada que aprendemos nas universidades com os lastros negligenciados ou esquecidos da prática do “design de espaços” através da premissa de que o Design de Interiores/Ambientes deve se preocupar com o melhor uso, destinação e redestinação dos espaços disponíveis.

Por enquanto não posso disponibiliza-lo por causa das normas do congresso. Mas assim que for liberado o colocarei aqui para vocês.

Super abraço,

Paulo Oliveira.

NDesign2016 / NParahyba

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Pois é pessoal!

E lá vou eu mais uma vez participar como representante de nossas áreas (Interiores e Lighting) de mais um NDesign, o N Parahyba, e claro, respirar por mais uns dias o maravilhoso ar nordestino!

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Como já devem ter visto, esse ano será realizado em João Pessoa, na Paraíba.

E esta será a VIGÉSIMA SEXTA EDIÇÃO!!!

Não você não leu errado: 26ª edição deste evento!!!

O NDesign é o Encontro Nacional de estudantes de Design, realizado a cada ano numa região diferente do País. Faz parte das ações do CONe Design (Conselho Nacional dos Estudantes de Design). É um baita evento organizado por estudantes (CONDe) locais com uma semana inteirinha de puro Design pra você se deliciar!

Tem muuuuuuuuuito conteúdo! Duvida?

Oficinas e SEPAs e SEPP , veja aqui.

Convidados, palestras e workshops, veja aqui.

E tem festas, parceiros, patrocinadores, alojamento, local do encontro e tudo mais que você precisa ou quer saber aqui ó.

Não estarei sozinho este ano na missão de representar o Design de Interiores. Tem também essa figura linda aqui:

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É a Margaret de Zorzi que também estará lá falando sobre o que amamos!!!

E pensa que acabou?

Nananinanão!!!

Ainda tem mais nomes de nossa área como convidados. Pena que ainda não posso divulgar os nomes. Só depois que CONDe Parahyba divulgar posso compartilhar.

Mas garanto que são grandes nomes!!!

E você? Vai ficar de fora?

Poxa, ainda não sabe o que é o NDesign?

Como assim nunca ouviu falar sobre este, que é o principal evento de Design do Brasil, em sua faculdade?

Coloque seu(a) coordenador(a) e professor(a) na parede e peça explicações.

Garanto que vale a pena cada suado centavo investido para participar!

Nos vemos no N?

PRÊMIO LÁUREA MÁXIMA BRASIL DESIGN DE INTERIORES

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PRÊMIO LÁUREA MÁXIMA BRASIL DESIGN DE INTERIORES

REGULAMENTO

 

Baixe o edital completo aqui. REGULAMENTO LAUREA MAXIMA BRASIL DESIGN DE INTERIORES VF

 

A Associação Brasileira de Designers de Interiores – ABD, com sede na capital do Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ sob o nº 45.292.224/0001-52, realiza a 1a Edição do PRÊMIO LÁUREA MÁXIMA BRASIL DESIGN DE INTERIORES. Este Concurso possui caráter meramente cultural, não se sujeitando a quaisquer fatores aleatórios, modalidades de sorteio ou pagamento pelos participantes, nem vinculação destes ou dos contemplados à aquisição ou uso de qualquer bem, direito ou serviço, sendo dispensado de autorização, nos termos do Artigo 3º, II, da Lei Nº 5.768/71 devidamente regulamentada pelo Decreto Nº 70.951/72.

EMENTA

Concurso Nacional ABD de trabalhos de conclusão de cursos superiores – bacharelados e tecnologias – e técnicos em Design de Interiores, direcionado a estudantes formandos. Exercícios acadêmicos por excelência, os Trabalhos de Conclusão de Curso [1] – doravante chamados TCCs – devem necessariamente obedecer aos critérios e à orientação didática dos respectivos cursos no que se refere a tema, conteúdo, área e desenvolvimento, devendo necessariamente constituir-se como um PROJETO de design de interiores.

PARTICIPAÇÃO

1. A participação é aberta aos estudantes que tenham desenvolvido seus TCCs em cursos superiores – bacharelados e tecnologias – e técnicos na área de Design de Interiores (e denominações correspondentes) nos anos de 2015 e 2016, em instituições brasileiras devidamente autorizadas pelo Ministério da Educação – MEC ou reconhecidas pelas Secretarias de Educação de seus respectivos Estados;

2.  Os trabalhos – projetos de design de interiores – serão sempre individuais, não se aceitando a participação dos elaborados em equipe, mesmo que parcialmente.

INSCRIÇÃO

3.  A inscrição é feita em três fases:

     3.1.  FASE 1: CREDENCIAMENTO DOS CURSOS

           3.1.1. Caberá a cada Curso, através da Coordenação ou Direção Acadêmica, preencher via internet o cadastro da instituição através do Formulário 1 disponível até o prazo limite de 23h59min de 16 de setembro de 2016 no site do Concurso http://www.abd.org.br;

            3.1.2. Neste Formulário 1, deverão ser fornecidas:

                     a)  nome da instituição e do curso, nível (bacharelado, tecnológico ou técnico), cidade, estado;

                  b)  as listagens dos alunos que tiveram seus TCCs aprovados no ano de 2015 e no primeiro semestre de 2016, assim como os que pretendem finalizá-lo no segundo semestre de 2016;

                   c)  os nomes, em número máximo, de três professores da área de projeto de interiores da instituição para comporem listas de docentes a serem sorteados como membros das Comissões Julgadoras, segundo os critérios estabelecidos no item 5;

           3.1.3. A confirmação do credenciamento se dará através de e-mail da Comissão Organizadora do Concurso com a remessa de login e senha para acesso das instituições ao site do Concurso na segunda fase.

     3.2.      FASE 2: INDICAÇÃO DOS TRABALHOS SELECIONADOS

         3.2.1. Caberá a cada Curso realizar, através da Coordenação ou Direção Acadêmica, uma seleção dos trabalhos para participação nesta 1a Edição do Concurso, indicando percentual máximo de 30% do número total de discentes que tiveram seus TCCs aprovados nos anos de 2015 e 2016[2];

        3.2.2. Este percentual, se número racional, será sempre arredondado para o número natural imediatamente superior;

         3.2.3. Cursos com número inferior a 10 trabalhos aprovados por ano têm direito a indicar três projetos;

         3.2.4. Através do site, utilizando login e senha, deverão ser fornecidos no Formulário 2, os seguintes dados:

             a) Projetos selecionados pela instituição, de acordo aos subitens 3.2.1, 3.2.2 e 3.2.3, explicitados separadamente para os anos de 2015 e 2016;

                   b)  Tema sucinto[3] de cada projeto cadastrado;

       3.2.5. O cadastro de cada trabalho indicado para concorrer nesta edição poderá ser realizado e enviado em acessos distintos, até o prazo limite de 23h59min do dia 23 de dezembro de 2016;

       3.2.6. A confirmação do cadastro de cada trabalho será realizada pela Comissão Organizadora através de um número de inscrição e senha individual enviados por e-mail para a Coordenação ou Direção Acadêmica e para o autor do projeto, que dele farão uso na fase 3.

    3.3.      FASE 3: EFETIVAÇÃO DE INSCRIÇÃO

       3.3.1. Caberá ao autor de cada projeto efetivar a inscrição por meio da realização de upload do trabalho, obrigatoriamente via internet, através do wetransfer para o e-mail concurso@abd.org.br até as 23h59min do dia 13 de janeiro de 2017, dos seguintes arquivos:

                  a)  Projeto: em 1 (um) único arquivo no formato .pdf com no máximo 30 MB, seguindo o formato de apresentação estabelecido no subitem 4.1;

                    b) Resumo para divulgação: em 1 (um) único arquivo no formato .pdf, com no máximo 1 MB, conforme indicado no subitem 4.2;

                c) Escopo resumido do trabalho, elaborado pelo Professor Orientador ou pela banca examinadora da instituição, em 1 (um) único arquivo no formato .pdf, com no máximo 1MB, conforme indicado no subitem 4.3;

            d) Formulário 3:  impressão, preenchimento do mesmo e assinaturas do Professor Orientador ou Coordenador do curso (Diretor Acadêmico) e do autor do projeto, em 1 (um) único arquivo no formato .pdf, com no máximo 1 MB, em que se garante a fidelidade do projeto enviado ao TCC elaborado na instituição;

         3.3.2. Após o recebimento do material pela Comissão Organizadora e da conferência dos arquivos até o prazo limite de 23h59min de 23 de janeiro de 2017, a confirmação da inscrição será feita por e-mail para a Coordenação de Curso e para o autor do projeto.

APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS

4.  Todos os trabalhos inscritos deverão seguir as normas gerais de apresentação definidas a seguir:

     4.1.  Projetos devem ser apresentados em um único arquivo digital, no formato .pdf, com até 30 MB, com no máximo 10 (dez) pranchas A2 da ABNT (42 X 59,4cm), orientação PAISAGEM. As pranchas deverão ser numeradas no canto inferior direito ou esquerdo, 1/10, 2/10, 3/10, 4/10 e assim sucessivamente, indicando o seu número e o número total de pranchas. Ver diagrama a seguir:

           4.1.1. O título do trabalho[4] deverá constar obrigatoriamente da primeira prancha (1/…), podendo, se o autor julgar conveniente, estender-se às demais;

            4.1.2. O número de inscrição deve constar em todas as pranchas;

           4.1.3. Informações necessárias à compreensão do trabalho e que não impliquem na sua identificação devem ser apresentadas na Prancha 1 (programa, briefing – território, função e perfil do usuário, conceito). No entanto, nas pranchas não poderão aparecer o nome ou o logotipo do autor, orientador, universidade, curso ou escola e assinatura de desenhos que possibilitem a identificação do trabalho;

      4.1.4. Não poderão constar nas pranchas quaisquer menções a marcas comerciais, sendo sumariamente desclassificado o projeto que não obedecer a esse quesito;

          4.1.5. É permitida a inclusão de crédito para fotos cuja autoria pertença a fotógrafo profissional;

    4.1.6. Todos os textos, memoriais, explicações ou especificações complementares deverão constar obrigatoriamente nas pranchas, não podendo ser entregue texto avulso para fins de avaliação;

       4.1.7. As pranchas devem ser consideradas independentes para fins de apresentação e leitura, não devendo ser utilizado o recurso de continuidade do desenho de uma para outra para fins de visualização completa do objeto;

    4.2.  Resumo para divulgação: deverá ser enviado em arquivo digital à parte, no formato .pdf, com no máximo 1 MB e no máximo 30 linhas, texto com breve descrição do trabalho, destinado exclusivamente à posterior divulgação. Esse texto deverá ser a síntese explicativa do trabalho final de graduação e não será submetido à análise da Comissão Julgadora;

    4.3.  Escopo resumido do trabalho[5]: deverá ser enviado em arquivo digital à parte, no formato .pdf, com no máximo 1 MB e no máximo 80 linhas, texto elaborado pelo Professor Orientador ou pela Banca Examinadora da instituição com o escopo resumido do trabalho, onde constem os dados necessários para a compreensão do projeto proposto e suas exigências de apresentação: indicação do território (características físicas e culturais de sua localização, orientação e demais dados de interesse), função (a destinação dos espaços quanto às funções e atividades) e público alvo (o perfil do usuário), assim como as exigências de apresentação do mesmo;

         4.3.1. Este texto será submetido à análise da Comissão Julgadora, dele não podendo constar qualquer elemento de identificação, exceto o título do trabalho (V. 4.1.1) e o número de inscrição;

        4.3.2. Para fins de identificação da origem de autoria do texto deverá ser inserido o cargo/função do seu autor para posterior nomeação na etapa final, caso o trabalho seja classificado (Ex. Professor Orientador, Membro da Banca Examinadora, Coordenador ou Diretor Acadêmico);

    4.4.  Não será permitida a apresentação de trabalhos audiovisuais, vídeos, com animação e/ou semelhantes, bem como material descritivo ou levantamento de dados, em separado. O campo de expressão do autor constitui apenas as dez pranchas previstas no subitem 4.1. Os trabalhos maiores deverão ser resumidos nas dez pranchas; os desenvolvidos em processos não convencionais deverão ser transpostos para duas dimensões (exemplo: maquetes poderão ser fotografadas), desde que garantida pela instituição a fidelidade ao TCC aprovado, conforme a nota de rodapé assinalada no subitem 4.3;

    4.5.  Respeitadas as restrições de número, tamanho e diagramação básica (subitem 4.1 e seus desdobramentos), a apresentação é livre, assim como a organização das pranchas, permitindo-se o uso de qualquer técnica de desenho (manual ou digital), plotagem, fotografia, colagem, maquete eletrônica e outras mídias, sendo obrigatório o uso da cor nos desenhos, evidenciada a ambiência proposta pelo autor;

    4.6.  O concorrente deverá atentar para a legibilidade dos textos e desenhos que possibilitem a sua perfeita compreensão e avaliação.

COMISSÕES JULGADORAS 

5.  Em cada uma das etapas do Concurso – na Primeira Etapa e na Etapa Final – serão três as Comissões Julgadoras dos projetos: as duas primeiras para os trabalhos oriundos de cursos de nível superior – bacharelados e tecnologias, e a terceira para os trabalhos oriundos de cursos de nível técnico;

    5.1.  No ato do credenciamento, cada instituição participante se comprometerá a indicar pelo menos três docentes responsáveis por disciplinas de projeto em seus cursos, devidamente associados à ABD[6], encaminhando seus dados através do Formulário 1 (subitem 3.1.2, alínea c), pressupondose, por princípio, sua aceitação em participar dos sorteios para as Comissões Julgadoras, observadas as datas de avaliações das duas etapas já estabelecidas (V. 6.2.1 e 6.3.1 );

    5.2. Cada Comissão Julgadora será composta por docentes oriundos de cursos dos mesmos níveis aos dos trabalhos em avaliação;

    5.3.  As três listagens completas dos eventuais partícipes das Comissões Julgadoras da Primeira Etapa e da Etapa Final, referentes aos trabalhos de cursos superiores – bacharelados e tecnologias – e de cursos técnicos serão disponibilizadas via site do Concurso, pelo menos 14 dias após o término do credenciamento dos cursos (Fase 1), ou seja, no dia 30 de setembro de 2016;

    5.4.  As Comissões Julgadoras, com cinco membros cada, serão compostas por docentes sorteados das listas de professores com a qualificação indicada, em cada nível; seus suplentes serão igualmente sorteados na mesma lista, não podendo haver em cada uma das Comissões mais de um professor sorteado por instituição;

    5.5.  Para a Primeira Etapa e para a Etapa Final, os sorteios das três Comissões por nível serão realizados na sede da ABD no dia 21 de novembro de 2016;

              5.5.1. Os nomes dos componentes titulares (5) e suplentes (5) sorteados para cada etapa serão divulgados até o dia 28 de novembro de 2016;

    5.6. As três Comissões Julgadoras da Primeira Etapa terão os nomes dos seus componentes titulares (5) e suplentes (5) ratificados ou retificados no dia 12 de janeiro de 2017, sendo esses responsáveis pela escolha dos semifinalistas nos três níveis, através de avaliação online dos trabalhos;

           5.6.1. As instruções, o formulário de avaliação e as senhas de acesso individuais serão encaminhados aos membros nas vésperas do início dos trabalhos;

    5.7.  Para a Etapa Final os nomes dos componentes titulares (5) e suplentes (5) serão ratificados ou retificados no dia 03 de fevereiro de 2017, não podendo compor a banca nenhum docente oriundo de instituição semifinalista;

            5.7.1. Esses docentes serão responsáveis pela classificação dos finalistas nos três níveis, através de avaliação online dos trabalhos;

           5.7.2. As instruções, o formulário de avaliação e as senhas de acesso individuais serão encaminhados aos membros nas vésperas do início dos trabalhos;

             5.7.3. Poderá a Presidente da ABD, a seu critério, participar desta Etapa como membro avaliador, sendo então a Comissão Julgadora composta por seis membros;

    5.8.  Os professores membros das Comissões Julgadoras receberão certificados de participação.

PROCESSO SELETIVO E A AVALIAÇÃO

6.  O processo seletivo se dará em três fases:

    6.1.  Seleção interna na instituição de ensino dos melhores trabalhos finais de conclusão de curso nos anos de 2015 e 2016 (V. 3.2.1 do subitem 3.2 e nota de rodapé); percentual máximo de 30% do número total de discentes que tiveram seus TCCs aprovados nos anos de 2015 e 2016 poderão ser selecionados (V. 3.2.2, 3.2.3 e 3.3.4 do item 3.2);

    6.2.  Na Primeira Etapa, avaliação online pelas Comissões Julgadoras em nível nacional para seleção dos projetos semifinalistas:

             6.2.1. Seleção de até 5 melhores projetos de cada um dos níveis dos cursos participantes (totalizando até 15 projetos semifinalistas), seguindo os critérios de avaliação estabelecidos;

             6.2.2. A avaliação da Primeira Etapa se dará de 24 a 31 de janeiro de 2017;

    6.3. Na Etapa Final, avaliação online pelas Comissões Julgadoras em nível nacional para seleção dos projetos finalistas;

          6.3.1. Seleção, entre os 15 semifinalistas, dos 3 melhores projetos de cada um dos níveis dos cursos participantes (totalizando até 9 projetos finalistas), através da análise dos mesmos em relação às exigências estabelecidas em cada instituição e aos critérios de avaliação do Concurso;

              6.3.2. A avaliação da Etapa Final se dará de 07 a 09 de fevereiro de 2017.

    6.4. Em ambas as Etapas, será atribuída pontuação e justificativa para cada um dos quesitos dos itens de avaliação;

     6.5.  As decisões das Comissões de Avaliação serão fundamentadas e delas não caberão recursos.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

7. Serão adotados os seguintes critérios de avaliação, para todos os trabalhos participantes que estejam em conformidade com as exigências deste regulamento: a) Programa, briefing e o conceito do projeto;

    b)  Concepção do projeto, coerência entre conceito e partido;

    c)  Criatividade, viabilidade e exequibilidade de solução;

    d) Atendimento ao conceito de design universal;

    e) Eficiência energética e atendimento aos conceitos de sustentabilidade;

    f) Conforto térmico, acústico, lumínico;

    g) Representação gráfica, apresentação e comunicação do projeto.

DIVULGAÇÃO DOS SEMIFINALISTAS 

8. Realizada a seleção da Primeira Etapa, será encaminhado pela Comissão Organizadora, até o dia 02/01/17, e-mail para os Coordenadores de Curso ou Diretores Acadêmicos, autores e Professores Orientadores com os resultados;

    8.1. Serão divulgados no site http://www.abd.org.br, os nomes das instituições que tiverem seus trabalhos entre os semifinalistas;

   8.2. Os autores e Professores Orientadores receberão uma declaração de participação no Concurso como semifinalistas.

DIVULGAÇÃO DOS FINALISTAS E VOTAÇÃO ABERTA

9.  Serão divulgados no site http://www.abd.org.br, os três primeiros trabalhos classificados (finalistas) em cada um dos níveis (totalizando 9 projetos) no dia 20 de fevereiro de 2017;

10. Os projetos finalistas estarão disponibilizados online para apreciação e votação aberta ao público no período entre 20 de fevereiro até as 23h59min do dia 03 de março de 2017;

    10.1.   Os votos serão dados contra inserção de número de CPF, e preenchimento de dados de profissão e indicação de cidade de origem do eleitor;

    10.2.   Os votos de associados à ABD de qualquer categoria (profissional, estudante ou professor), devidamente comprovados mediante a indicação do número de registro da ABD – terão peso 2; os votos do público em geral terão peso 1.

DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS FINAIS E PREMIAÇÃO

11. A divulgação da classificação dos trabalhos vencedores nacionais, assim como a identificação do trabalho vencedor na votação aberta ocorrerão em cerimônia específica de premiação da 1a Edição do PRÊMIO LÁUREA MÁXIMA BRASIL DESIGN DE INTERIORES, a realizar-se na Feira REVESTIR em 7 de março de 2017, em horário e local a serem definidos oportunamente;

12. Instituições de ensino responsáveis pelos trabalhos finalistas, autores e Professores Orientadores receberão certificados conferidos pela ABD e terão seus projetos publicados no site http://www.abd.org.br, entre outros meios a serem definidos a critério da Comissão Organizadora;

13. Os alunos classificados em primeiro lugar nos três diferentes níveis receberão como prêmio um tablet.

14. Na votação aberta, o aluno com trabalho vencedor receberá como prêmio uma viagem nacional com acompanhante, a ser marcada com pelo menos 60 dias de antecedência e de acordo a critérios estabelecidos pelo patrocinador;

    14.1. A viagem deve ser realizada no prazo máximo de um ano, contado a partir da data de divulgação da premiação.

DISPOSIÇÕES GERAIS

15. Não há impedimento de participação de trabalhos que tenham concorrido em outras premiações regionais, nacionais e internacionais, porém não serão aceitos aqueles premiados em outros concursos.

16. Trabalhos que possam ser configurados como plágio, por evidente similaridade em tema, implantação, solução, dentre outros itens, serão automaticamente desclassificados.

17. A simples entrega dos trabalhos implica no conhecimento e aceitação de todas as condições e normas deste regulamento e dos seus resultados, renunciando o autor e/ou Professor Orientador e/ou instituição a quaisquer ações judiciais, interpelações e/ou recursos.

18. Ao inscrever-se neste Concurso, nos termos deste regulamento, os participantes estarão, automaticamente reconhecendo e aceitando expressamente que a ABD não é responsável, nem poderá ser responsabilizada, por qualquer dano ou prejuízo oriundo desta participação ou da eventual aceitação do prêmio.

19. Serão desclassificados, em qualquer fase do concurso, os autores e projetos que não cumprirem todas as exigências deste regulamento.

20. Em caso de necessidade e com objetivo de garantir os trabalhos de avaliação dentro dos prazos estabelecidos, pode a Presidente da ABD delegar a um ou mais membros de sua diretoria a participação nas Comissões Julgadoras  em qualquer das etapas.

21. A premiação atribuída aos projetos não será suscetível de recursos ou impugnações, estando os participantes cientes e de acordo que os possíveis prêmios divulgados serão cedidos pelos patrocinadores do concurso, sendo, portanto, de sua total responsabilidade.

22. Prova de envio não será considerada prova de recebimento pela Comissão Organizadora que não se responsabiliza por nenhum problema técnico, defeitos de qualquer linha telefônica, sistemas de computadores, servidores, provedores, hardware/software, perda ou indisponibilidade de conexão de rede ou transmissão de computador com falha, incompleta, adulterada ou atrasada ou qualquer combinação destas que possa limitar a capacidade do usuário de participar do Concurso; não se responsabiliza ainda por qualquer dano a qualquer sistema/software de computador ou telefone celular do participante relacionado a ou decorrente da participação ou download de quaisquer materiais deste Concurso; não assume nenhuma responsabilidade por e-mails não entregues resultantes de qualquer forma de filtragem ativa ou passiva de e-mails por parte do provedor de serviços de Internet e/ou cliente de e-mail do usuário ou por espaço insuficiente na conta de e-mail do usuário para receber/enviar e-mail.

23. Todos os autores e Professores Orientadores, premiados ou não, concordam em ceder os direitos de publicação dos trabalhos apresentados em qualquer meio de divulgação, bem como permitem a utilização de seus nomes e imagens para divulgação deste concurso e dos seus resultados em qualquer órgão de comunicação, sem qualquer ônus para as partes envolvidas.

24. O presente regulamento e a sua premiação poderão ser alterados e/ou o concurso suspenso ou cancelado, a qualquer tempo e por qualquer motivo sem que a ABD seja por esse motivo  responsabilizada; nesta situação, a ABD comunicará aos participantes por meio de divulgação em seu site http://www.abd.org.br.

25. O e-mail para consultas à Comissão Organizadora é: concurso@abd.org.br, sendo a mesma composta por Rosane Gulhak, Luciana Teixeira e Raphael Oliveira.

26. Todos os casos omissos, dúvidas e/ou questões surgidas neste concurso serão solucionadas pela ABD e parceiros da ação, considerando a legislação em vigor. Das decisões da ABD não caberá nenhum tipo de recurso, sendo sua decisão soberana e irrecorrível e irrevogável.

27. Fica eleito o Foro da Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, para dirimir eventuais questionamentos do presente concurso, com exclusão de qualquer outro, por mais privilegiado que seja.

28. Calendário anexo.

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NOTAS EXPLICATIVAS:

[1] Os Trabalhos de Conclusão de Curso também chamados Trabalhos Finais de Graduação, em alguns cursos constituem-se como disciplinas de último período, com o mesmo perfil e configuração; todos estes estão igualmente inclusos neste Concurso.

[2] Nesta 1a Edição do Regulamento, o cálculo do número de trabalhos selecionados deve ser feito, separadamente, por ano, com um resultado para 2015 e outro para 2016, independente do sistema curricular semestral ou anual praticado pela instituição.

[3] Exemplos: Hotel urbano; Centro cultural; Residência de praia; Loja em shopping.

[4] Refere-se ao título do projeto, conforme consta nos desenhos praticados na instituição. Exemplos: Clínica Santa Marta; Hotel da Serra do Mar; Escola de Albuquerque; Sapataria Afrânio.

[5] O objetivo deste item é dar uma visão de conjunto sobre as exigências do trabalho em cada instituição, devido à possibilidade de que a remessa integral do projeto talvez não seja possível, devendo – autor e Professor Orientador – realizarem uma seleção e uma adaptação ao formato exigido no Concurso, garantida a fidelidade ao TCC aprovado, responsabilidade do Coordenador ou Diretor Acadêmico da instituição.

[6] O associado pode ter vínculo como professor ou como profissional.

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ANEXO: CALENDÁRIO DAS ETAPAS DO PROCESSO E ATRIBUIÇÕES

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#FériasLume #ComeçoRosa

Olá pessoal, faz algum tempo que não posto aqui no blog por causa da correria. Mas tenho algumas novidades. e irei postando aos poucos.

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Bom, para começar informo que entrei num período de férias como colunista da Revista Lume Arquitetura.

Parece que não foi nada, mas foram quatro anos escrevendo a coluna Luz e Design em Foco. Foram quatro anos onde algumas vezes eduquei e outras apontei sem medo os problemas do ensino e, principalmente, do exercício profissional que vem sendo cerceado de maneira baixa pelo CAU, descortinando as ações insanas desse grupo contra os profissionais não arquitetos. Foram quatro anos de aprendizado!

E foram quatro anos de convivência com essa família linda que é formada por pessoas maravilhosas e que me acolheram com tanto carinho e confiança.

Isso não quer dizer que não escreverei mais para a revista. Apenas a coluna está em férias, mas vez ou outra vocês encontrarão textos meus na mesma.

A parceria continua a mesma de sempre!

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Como não consigo ficar parado, fui convidado pela minha prima Lênia Luz (olha o sobrenome rsrsr) para escrever para o blog dela: o Empreendedorismo Rosa. Apesar de ser tudo rosa e o início ter sido voltado para as mulheres empreendedoras, hoje TOD@S e TODAS as cores são bem vindos ao espaço.

Você é empreendedor ou tem vontade de ser? Passa por lá, leia o conteúdo publicado por diversos proseadores e participe.

Sobre o que irei escrever? Não sei. Só sei que será sobre Design.

Primeiramente irei me apresentar e escrever genericamente sobre o Design. Tem alguma dúvida? É só mandar. Pode virar um belo post por lá! Compartilhar conhecimento sempre!

São ciclos que se encerram, ciclos que são pausados e ciclos que se iniciam. A vida é assim!

Ainda bem senão ficaria tudo tão monótono, e eu adoro um desafio.

Nos vemos então aqui e lá!

R Design Capixaba 2015

E lá vou eu, de novo, ajudar a construir um país com designers mais críticos, pensantes, questionadores! Desta vez em Vitória – ES.

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É o RDesign Capixaba que jajá começa!

A programação está muuuuuuuuuuito boa! Foi pensada com carinho pela CORDe para atender a todos e com qualidade. Dá uma espiada clicando aqui.

O R Capixaba vai acontecer de 9 a 12 de outubro na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) – CCJE – Prédio ED III e ED IV.
Av. Fernando Ferrari, 514 – Goiabeiras, Vitória – ES

Para maiores informações acesse:

Facebook: clique aqui.

Site: clique aqui.

No vemos no R!

PROJETO COMBOIO UNOESTE – CARRETA ARTISTÍCA

Por:

Lisleângela de Carvalho Leite

Luís Otávio Sanches Barreto

Maísa Bianchi Vieira

 

Projeto apresentado à disciplina de Projeto de Ambientes Institucionais e Serviços, ministrada pelo Prof. Esp. Paulo Oliveira ao 3° termo do curso Superior de Tecnologia em Design de Interiores da UNOESTE.

 

BRIEFING

  • Empresa: Instituição Unoeste;
  • Finalidade: Levar conhecimento/cultura para cidades da região em um caminhão;
  • Tipo de caminhão: Caminhão Truck, bitrem.
  • Estilo: Artístico (teatro, música e dança);
  • Publico alvo: Moradores de cidades com carência de cultura;
  • Sexo: Feminino e masculino;
  • Idade: todas as idades;
  • Classe social: Todas as classes sociais com foco nas menos favorecidas;
  • Escolaridade: Todas as escolaridades, com foco nas menos favorecidas;
  • Programação visual: adesivagem no baú;
  • Conceito: Arte;
  • Modelo de palco: Palco tipo Italiano;
  • Capacidade de assento de lugares : 236 lugares;
  • Camarins: capacidade para 08 pessoas, no mínimo;

PROBLEMA

O trabalho refere-se ao projeto de um caminhão truck onde seu baú deverá ser adaptado para atender todas as necessidades de um Teatro móvel, o qual também terá apresentações de música e dança. A Instituição UNOESTE visa levar com seu truck das Artes cultura para todas as cidades da região.

Este trabalho busca apresentar procedimentos para o tratamento acústico de baú buscando analisar o uso adequado de materiais acústicos e condições que permitam à a inteligibilidade e audibilidade plateia, relatando formas e tamanhos adequados de aberturas, utilização de elementos decorativos com aplicações corretas de materiais difusores e absorventes, localização adequada caixas de som e mesa de som e iluminação, tempos de reverberação em relação a volume e finalidades especificas para a atividade a ser desenvolvida.

O QUE É?

Teatro

O termo teatro deriva do grego theatrón, que significa “lugar para contemplar”. O teatro é um dos ramos da arte cénica (ou performativa), relacionado com a atuação/interpretação, através do qual são representadas histórias na presença de um público (a plateia). Esta forma de arte combina discurso, gestos, sons, música e cenografia.

É uma forma de arte na qual um ou vários atores apresentam uma determinada história que desperta na plateia sentimentos variados. Imprimir dramaticamente às próprias palavras e/ou atitudes, para suscitar comoção ou interesse.

Pode expressar a realidade. Neste caso, torna-se instrumento de divergência, advertência, ensinamento, documentação e instrução. As formas pelas quais se desempenha essa missão são diferentes e variadas.

Dá-se o nome de dramaturgia à arte de escrever peças de teatro, sendo o dramaturgo a pessoa responsável pela composição dos textos.

Existem muitos gêneros de teatro, dentre os quais destacam-se: auto, comédia, drama, fantoche, ópera, musical, revista, tragédia, tragicomédia.

Dança:

É a arte de movimentar expressivamente o corpo seguindo movimentos ritmados, em geral ao som de música. O significado da dança vai além da expressão artística, podendo ser vista como um meio para adquirir conhecimentos, como opção de lazer, fonte de prazer, desenvolvimento da criatividade e importante forma de comunicação. Através da dança, uma pessoa pode expressar o seu estado de espírito. A dança pode ser acompanhada por instrumentos de percussão ou melódicos, ou ainda pela leitura de diferentes textos.

Música:

É a combinação de ritmo, harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido. No sentido amplo é a organização temporal de sons e silêncios (pausas). No sentido restrito, é a arte de coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e esteticamente válidos, podendo ser transmitida através da voz ou de instrumentos musicais.

A música é uma manifestação artística e cultural de um povo, em determinada época ou região. A música é um veículo usado para expressar os sentimentos.

A música evoluiu através dos séculos, resultando numa grande variedade de gêneros musicais, entre eles, a música sacra ou religiosa, a erudita ou clássica, a popular e a tradicional ou folclórica. Cada um dos gêneros musicais possui uma série de subgêneros e estilos.

NECESSIDADES

Espaço cênico: O assunto principal deste elemento é o Palco. A primeira parte desta série de matérias será sobre os diferentes tipos de palcos e suas histórias.

Cenografia: Cria e transforma o espaço cênico. Técnica que organiza os elementos que representarão os lugares onde acontecem as cenas, as ações.

Iluminação: Parte técnica muito importante para o teatro, pois através dela é possível ambientar as cenas e ampliar as emoções que estarão contidas nas mesmas.

Sonoplastia: Técnica que une um conjunto de sons (vocais ou instrumentais) para destacar ações de uma cena. A música tem função semelhante à iluminação: enfatizar cenas, emprestar-lhes maior ou menor conteúdo dramático e reforçar os sentimentos expressos pelos atores.

Figurino: Conjunto de acessórios e vestimentas, usados pelos atores em cena, que facilita a compreensão dos personagens. Possui funções específicas no contexto, como marcar a própria presença, chamar a atenção e dar destaque a determinadas partes do corpo.

Maquiagem: Elemento fundamental, que faz parte da composição do espetáculo, auxiliando na criação do personagem e na transformação estética dos atores, servindo também para fazer modificações da aparência do rosto ou de partes descoberta do corpo, a fim de adequar essa aparência aos efeitos singulares das luzes de cena.

CORRELATOS

O presente projeto utilizou ambientes arquitetônicos de teatros, bem como teatros móveis para entender as necessidades das atividades que ocorrem nesses espaços. Foi observado que tais atividades exigem ambientes específicos, tais como: caixa cênica, coxia, camarins, plateia, equipamentos de som e luz, entre outros.

Esses espaços dependem de materiais que ajustem os efeitos de forma flexível, pois trata-se de espetáculos culturais que envolvem a necessidade acústicas de forma inteligível em situação itinerante.

Entretanto, os projetos de tetros móveis observados utilizam pequenos espaços e de forma improvisada.

Nota-se que através de estudos e análises, o profissional de Design de Interiores pode atuar de forma a atender as necessidades desses ambientes móveis, sem perder a qualidade oferecida nos ambientes arquitetônicos.

Assim, o presente projeto teve como desafio ajustar o baú do truck para ganhar espaço nos ambientes. Por maior que fosse o baú escolhido ainda não atingia a proporção desejada nesse projeto. Através do sistema hidráulico pode-se alcançar a expansão desejada da caixa cênica e demais espaços.

Para isso, foi necessário estudos de sistemas hidráulicos, trilhos, formas de aberturas com embasamentos em empresas especializadas em maquinas que existe uma variedade de suportes nesse sentido, o que demonstra ser possível e viável tal utilização no presente projeto. Ressalta-se que são necessários profissionais competentes da área de engenharia elétrica e mecânica para executar tal projeto juntamente com o Design de Interiores.

Portanto, este projeto utilizou as experiências já realizadas nesse sentido e adequou de forma ousada, flexível e segura atingindo assim resultados satisfatórios quanto ao atendimento das necessidades oriundas das atividades artísticas desse projeto.

DIFERENCIAIS SOCIAIS

Para o público alvo de Prudente e região temos gostos ecléticos, mas o sertanejo e a moda de viola estão ligados às raízes das famílias que viveram no campo e da cultura agropecuária, assim como, eventos regionais influenciaram com musicas de axé (trio elétricos). Em algumas localidades ou bairros afastados, há também a predominância do funk e Rap. No caso de público infantil, teatro, danças e musicas que levam conhecimento em geral, os folclores e clássicos infantis.

O teatro pode se desenvolver em vários níveis: na socialização, criatividade, coordenação, memorização, vocabulário. Ajuda a expressar, comunicar, e também a perceber traços da personalidade, do comportamento individual e em grupo, do seu desenvolvimento. O teatro também ajuda na cooperação e na socialização, pois envolve o grupo inteiro.

Pode ser um instrumento para educar, preparar para a vida prática na sociedade e ao mesmo tempo proporcionar lazer.

A música propicia a abertura de canais sensoriais, facilitando a expressão de emoções, ampliando a cultura geral e contribuindo para a formação integral do ser.

No que diz respeito à dança, esta não se resume em aquisição de habilidades, mas sim, contribui para o aprimoramento de habilidades básicas, no desenvolvimento das potencialidades humanas e sua relação com o mundo. Segundo os PCNs ( 2003), a dança é uma forma de integração e expressão tanto individual quanto coletiva, em que o aluno exercita a atenção, a percepção, a colaboração e a solidariedade. Ela atua como elemento transformador, pois, sem dúvida, promove em quem dela participa a aceitação de si mesmo e uma maior receptividade nos relacionamentos com os outros, mediante o envolvimento que se estabelece num trabalho prático.

 

OBJETO BASE DO PROJETO

Bitrem ou treminhão:

01

É uma combinação de veículos de carga composta por um total de seis eixos, que permite o transporte de um peso bruto total de 57 toneladas. Os semirreboques dessa combinação podem ser tracionados por um cavalo-mecânico trucado.

O baú do projeto terá comp. 14m, alt. 3,37m e larg. 2,60m. O primeiro baú terá um sistema de gaveta hidráulica horizontal que amplia a largura total do mesmo para o lado esquerdo, que por sua vez, abre outra gaveta, no sentido vertical, dando altura para a caixa cênica (para o palco). Esses deslocamentos serão dados pelo sistema hidráulico. haverá também o deslocamento horizontal da lateral direita para proporcionar mais profundidade e condições de alocar adequadamente a cozia e os camarins.

Escolheu-se esta carreta para nosso tema, teatro, por haver a necessidade de espaço para acoplar todos os materiais necessários para os efeitos (tanto em comprimento, largura e altura). E como utiliza-se materiais muito pesados, pensou-se na que melhor suportaria esta carga. A escolha de um bitrem (segundo baú) é dada pela necessidade de um baú para guardar as arquibancadas retráteis, e o material que usará como piso para a mesma, caixas de som, tenda, dentre outras necessidades.

MEMORIAL TÉCNICO

O tema deste projeto é a Arte onde engloba o Teatro, a música e a dança, onde serão adaptados os baús de um bitrem com comp. 14 m, alt. 3,37 m e larg. 2,60m. O primeiro baú terá uma “gaveta” de 10 m centralizada que se abrirá para o lado esquerdo ganhando profundidade e outra dentro desta, abrindo-se para cima proporcionando a altura para a caixa cênica. Os dois metros intactos do baú que sobram para os lados estarão os banheiros no mesmo sistema dos de ônibus. Para a abertura que dá largura para os camarins tem-se a mesma ideia da abertura do palco, abre-se como outra gaveta na lateral direita do baú, com a mesma medida de 10 m. Esses deslocamentos serão todos dados por sistemas hidráulicos. Ainda lembrando-se que na traseira do baú tem-se uma porta com altura total do mesmo (descontando-se as medidas do piso e de teto) e sua largura de 1,48 m. A fixação destas aberturas é dada pela plataforma tucklift horizontal o qual é formado por um sistema hidráulico compacto e provido de válvula de segurança. Observe as imagens para entender o sistema:

A

Baú fechado.

Palco: etapa 1.

Palco: etapa 1.

Palco: etapa 2.

Palco: etapa 2.

Palco: etapa 3.

Palco: etapa 3.

Palco aberto: Vista superior.

Palco aberto: Vista superior.

Camarins: baú fechado.

Camarins: baú fechado.

Camarins: etapa 1.

Camarins: etapa 1.

Camarins abertos: Vista superior.

Camarins abertos: Vista superior.

Escolheu-se esta carreta para tal tema, por haver a necessidade de espaço para acoplar todos os materiais necessários para os efeitos (tanto em comprimento, largura e altura). E como utiliza-se materiais muito pesados, pensou-se na que melhor suportaria esta carga. A escolha de um bitrem é dada pela necessidade de um segundo baú para guardar as arquibancadas retráteis, o material que usará como piso portátil, caixas de som, tenda, dentre outras necessidades.

Valendo-se ressaltar que o projeto teve parceria de engenheiro mecânico para analisar a proposta da parte estrutural da carreta.

Fazendo parte da composição do teatro tem-se os Mecanismos Cênicos, onde as varas de iluminação, cenário e vestimentas são movimentados para a montagem de cada apresentação, fixação de cenários, refletores, etc. Esses mecanismos de suspensão são constituídos em sistemas motorizados, pois apresenta maiores condições de segurança e operabilidade. O sistema de motorização consiste em varas ajustáveis através de motores e tambores de recolhimento de cabos, que são simplesmente comandadas por um quadro touch-screen. Juntamente com esta motorização, fez-se a automação dessas varas tornando-se um sistema seguro, onde qualquer peso excedente faz com que o sistema inteiro pare. Esses mecanismos ajudam na fácil configuração e instalação do espaço cênico para abrigar uma variedade de espetáculos.

A Vestimenta Cênica tem como destaque protegendo o palco a cortina de boca e o lambrequim. A cortina de boca é instalada na abertura da boca de cena, podendo ser utilizadas diversas formas de aberturas de acordo com o tipo de apresentação que será realizada. O lambrequim tem um corte reto e é ajustável em sua altura para ajudar a esconder da plateia os equipamentos instalados no teto e dando também o acabamento a cortina de boca. Dentro da caixa cênica já estão os reguladores, que se dividem em horizontal e vertical, cuja função é definir a altura e largura da boca de cena em cada apresentação. Em seguida temos as pernas que estão localizadas nas laterais do palco e escondem o que acontece nos espaços da coxia. Já as bambolinas que são penduradas em varas de cenotecnia ocultam da plateia as varas de cenário quando recolhidas, ou as varas de luz. Essas varas de cenotecnia se dividem basicamente em 3 tipos: as varas de iluminação, responsáveis por comportar os refletores de luz; as varas de cenário, e as varas de vestimenta cênica que se subdividem em: as bambolinas, as pernas laterais, a rotunda e o ciclorama. A Rotunda consiste em um pano de fundo com a função de delimitar a profundidade do espaço cênico no palco, e o Ciclorama que consiste em uma tela branca que tanto pode ser usada para efeitos com luzes, como para ser projetados filmes e imagens a partir de um sistema de reprodução. E por fim tem-se a concha acústica constituída por peças de madeira em que se encaixam com sistema macho-fêmea com a finalidade de refletir o som para plateia.

O tratamento da qualidade sonora interna é denominado tratamento acústico e incide no acabamento que é dado às paredes com o intuito de diminuir a reflexão das ondas sonoras dentro do ambiente interno, (fenômeno de reverberação) com o desígnio de melhorar a inteligibilidade do som. Sendo assim, foi utilizada como revestimento de chão para o palco, local das apresentações feitas, a madeira freijó, uma madeira resistente e ao mesmo tempo não muito dura. Para instalação construiu-se uma estrutura metálica para a colocação dos barrotes e eventualmente do assoalho. Já para as áreas da coxia e camarins foram dispostos o carpete, qual preenche duas funções: para revestir pisos e para absorver o som, assim evitando que toda a correria interna não venha a chegar à plateia. A capacidade do carpete em absorver sons (música, vozes) é de até 10 vezes maior a dos outras espécies de revestimentos. Além disso, consegue-se diminuição de ruídos de superfície (impacto de quedas, arrastar, andar) o que faz do carpete um ótimo isolante acústico. Eles são também muito seguros, evitam escorregões e deslizamentos que podem provocar quedas com efeitos mais ou menos sérios. E, mesmo que elas ocorram a sua capacidade de amortecer é superior a dos outros tipos de revestimentos.

Outro elemento que compõe os bastidores são as placas acústicas utilizadas nas paredes e teto. Elas proporcionam uma ótima acústica e são sustentáveis. As referidas placas harmonizam a nitidez das palavras e o conforto, reduzindo os níveis de ruídos dos ambientes. A sua geometria superficial adapta a difração do som, ou seja, reduz a distorção das ondas causadas por obstáculos, enquanto sua estrutura celular promove absorção sonora através do atrito. Sua excelente capacidade de absorção é graduada pelas diferentes espessuras, dando a redução de ruído e conforto acústico.

Comumente, o tratamento acústico interior é feito com materiais leves e porosos, com boa idoneidade de absorção, tais como espuma, tecido ou carpete, por contraste com os materiais pesados usados para isolamento acústico. Estes materiais em geral são eficientes para absorver agudos, por terem tamanhos de onda pequenos, e assim qualquer pequena irregularidade do material é capaz de atenuar a energia da onda sonora. Já no caso dos graves, é necessário designar dispositivos compatíveis com os tamanhos de ondas grandes, o que é feito com painéis específicos de amortecimento que vibram com os graves e também concentram a energia dessa vibração, não retornando a onda ao espaço.

Quanto mais perto as caixas de som estiverem com o publico, menor será a necessidade de aumentar o volume do equipamento, sem dizer que o publico também abafará uma boa parte do som emitido pela fonte sonora. O som se propaga em linha reta em todas as direções, sendo assim, o lugar deve ser estudado para a locação ideal das caixas de som, as quais devem ser dispostas e norteadas de forma a diminuir a vazão do som.

Outro componente de suma importância é o tratamento feito a partir da cabine de comando, capaz de regular de várias maneiras as configurações de áudio do palco e da plateia, deixando configurações pré-determinadas.

A Cabine de Comando é composta por mesas de comando de luz cênica e som, os equipamentos de áudio e os painéis de controle da luz da plateia.

É essencial a iluminação aplicada no espaço cênico, devendo ser inteiramente controlável e flexível, de forma que se habituem às mais diversas apresentações que o espaço puder comportar. Por isso, a dimerização dos pontos de iluminação cênica é imprescindível. Os dimmers são unidades de potência que proporcionam o controle da luz com intensidades variáveis em todos os refletores, a cada cena. Estes são programados e controlados diretamente da cabine de comando durante uma apresentação.

Outro elemento indispensável são estruturas metálicas para dois outros elementos usados nos teatros. A primeira delas é a varando de palco, que são estruturas metálicas levantadas nas laterais e nos fundos do palco para manobra e manutenção na parte elevada do palco. A outra é a passarela, que são construídas em estruturas metálicas acima da plateia, tendo como emprego permitir o acesso às varas de iluminação e os refletores de luz.