PROPINA

Que vergonha!

Não tenho outra palavra para expressar o que senti ao ler o artigo do Walcyr Carrasco falando sobre suas experiências com arquitetos e designers de interiores…

Não leram? Então, sintam-se envergonhados! É só clicar aqui para ler a íntegra do artigo dele.

Tudo o que já venho denunciando há anos aqui neste blog e que me fez levar alcunhas como “alienado”, “marciano”, “alucinado”, “bipolar” entra tantos outros bem carinhosos, é desnudado agora através deste artigo.

E agora ABD, quem é o alucinado? Quem é o retardado? Quem é o doente?

Chupa essa que grande parte dessa culpa é de VOCÊS que apóiam e defendem essa prática execrável, irresponsávem e criminosa!

Se os “nobres” diretores são incapazes de ganhar dinheiro com quantidade de projetos e precisam receber propinas para sobreviver, o problema é de vocês.

Mas não sujem a nossa profissão com suas ações escrotas, imbecis e insanas.

Taí o resultado das ações estúpidas em defesa da “legalidade” das RTs que vocês tanto defendem.

Envergonharam a nossa classe profissional. Nos fizeram ser humilhados publicamente através de uma revista de circulação nacional e pior, por um escritor renomado e respeitado.

Eu sempre procurei uma palavra que encaixasse perfeitamente nessa prática e nunca cheguei numa tão justa quanto a que ele usa: PROPINA!

Fica a denúncia e alerta também para o CAU que agrega os arquitetos-decoradores.

Putz… 40% de desconto “na lata”??

=0

Profissionais que ganham 100% em cima de um projeto de planejados?

Uma mesinha mequetrefe por 10 paus???

Isso assusta sim, mas o que me deixou mais puto da vida, foi ver o descontentamento dele com relação à atenção dos profissionais com o “eu” do cliente. Não querem saber disso, se o cliente gosta ou não, se será prático ou não que se exploda.

À estes imbecis que fizeram isso (e a todos os outros que fazem o mesmo) só desejo uma coisa: que sejam execrados em praça pública, tenham seus diplomas cassados e sejam impedidos de trabalhar!!!

Fica a dica ao Walcyr: ao menos sobre os arquitetos, denuncie-os junto ao CAU e IAB.

Aproveite e pegue no pé destes dois órgãos pois eles são os responsáveis diretos da profissão de Design de Interiores/Ambientes não ter sido regulamentada até hoje. Responsabilize-os também.

É só pesquisar sobre o processo de regulamentação do Design no Brasil e perceberá as patas e garras destas instituições empacando e inviabilizando este processo.

 

25 comentários sobre “PROPINA

  1. Independentemente da competência ou não do noveleiro, não vejo como um cliente pode ver isto como algo diferente de propina. O arquiteto é recompensado por vender produtos de uma determinada loja. Ele ganha o máximo de dinheiro quando ajuda ao máximo o vendedor e, como os clientes não conhecem os valores ou existência da RT, pode-se afirmar que o arquiteto é recompensado ao máximo quando engana o cliente ao máximo.

    Qualquer pessoa com noções básicas de economia sabe que a RT representa um obstáculo ao livre mercado. Móveis que deveriam custar X custam X + Y, porque o cliente está pagando valor justo + RT, sem saber. O vendedor repassa esta RT ao arquiteto. Logo , o arquiteto subtrai dinheiro extra do cliente, sem que o cliente saiba disso. Legalmente, a linha entre RT e crime pode parecer bastante tênue.

    Moralmente, é uma vergonha que qualquer profissional simplesmente considere enganar o cliente desta forma.

    Imaginem seu médico ganhando extra por lhe recomendar os remédios mais caros e somente de empresas que lhe ofereçam rebates, não necessariamente porque vão lhe curar, mas porque pagam mais ao médico, em segredo. Imaginem sua nutricionista lhe recomendando as comidas mais caras de uma loja específica, não necessariamente porque lhe fazem bem, mas porque pagam mais em segredo à nutricionista. E por aí vai…

    É muito simples. Se você engana seu cliente deliberadamente, algo está errado. E omitir informação relevante também é enganar – crianças sabem disso., por óbvio.

    • Falou tudo. Sabe, ando tão confusa, desde que anunciei uma promoção de papéis de parede na minha loja, não é que sumiram todos os arquitetos? Claro, eu ia me esquecendo, tem também aquela loja super cara que acabou conquistando todos os arquitetos e designs. Óbvio, 10% lá resulta num 10% muito maior do que os 10% da minha loja… engraçado é que quando o papel e a persiana são para as suas próprias casas, a lojinha favorita é a minha. Nojo, me dao náuseas.

  2. Pingback: Retrospectiva 2012 | Design: Ações e Críticas

  3. Concordo em parte com o texto. E sempre me questiono a respeito da moralidade ou não da RT. Mas, chamar de propina, é um absurdo!!! Aliás, seria propina também quando o autor distorce seu texto, coloca dialogos absurdos e descontextualizados na novela, faz o publico de idiota, apenas para anunciar uma marca? Ele poderia alegar que não tem nada a ver com isso, não recebe dinheiro dos anunciantes, que fica pra emissora. Mas que paga seu salario?

    • Primeiramente o artigo é confusso e sem propósito algum, acho que a estrelinha global não tinha assunto para a sua coluna e resolveu expôr uma experiência pessoal. Sinceramente achei ridículo este artigo, e o pior que ainda existem pessoas que acreditam nessa baboseira…Melhor entenderem as profissões primeiramente…Arquitetura e Urbanismo…não é design e muito menos decoração…E Propina???melhor ler o dicionário;;;

      • Caro Luca,

        Seu comentário demonstra uma certa alienação do mercado de arquitetura/interiores. Qual é a sua área? Mesmo em urbanismo rola propina… e aí estamos falando da velha propina, aquela que nossos políticos conhecem bem…

  4. Pessoal, vou deixar aqui a mesma resposta que deixei no Facebook sobre o assunto. Entendo e concordo com o ponto de vista de quem está se sentindo ofendido pela generalização mas sou obrigado a concordar e aplaudir com o dele tbm.
    É bom que esse tipo de coisa seja exposta publicamente pois a maioria dos clientes não tem conhecimento desse tipo de atitude.
    Para ganhar o cliente (até a assinatura do contrato), muitos profissionais são mais falsos que uma nota de 3 reais, todo sorrisos e etc etc etc que conhecemos bem por causa de alguns profissionais lixo. Depois do contrato assinado é que o cliente percebe a verdadeira face destes. E, infelizmente ou felizmente, foi o caso aqui.
    Porém, temos de deixar de ser corporativistas e observar a realidade que afeta o mercado e é praticada, expecialmente, por aqueles que figuram nas altas mídias e deveriam ser bons exemplos de ética profissional, o que sabemos, não acontece.
    Antes de ser corporativista e defender esperneando a qualquer custo a minha classe profissional, prefiro acatar a crítica como elemento de construção e de um “arrumar da casa”. Se quer acusar alguém, arrume primeiro a sua casa.
    São eles que aparecem e são eles quem mais pecam nesse sentido. Portanto é válida sim a crítica do Walcyr.
    Mas é muito bom ver isso acontecer para que as instituições acordem para os REAIS problemas do mercado e nao – assim como a ABD – só enxerguem seus próprios umbigos.
    Taí uma perfeita chapoletada na fuça daqueles imbecis da ABD que defendem com unhas e dentes essa pratica que tem se tornado cada dia mais criminosa, inescrupulosa e irresponsável.

  5. Nunca li uma coisa tão absurda e revoltante em todos esses anos de profissão, por isso fiz a denuncia deste artigo irresponsável para o CAU. (Conselho de Arquitetura e Urbanismo), na segunda feira a jornalista estará me ligando, pois o conselho não deixará barato, assim espero.Espelo que o Sr. Wlacyr Carrasco se retrate publicamente pelo artigo irresponsável, que generaliza toda uma classe profissional.Ele é um péssimo escritor e jornalista e mesmo assim nunca publiquei um artigo denegrindo a imagem de toda a classe.

  6. Paulo, conheci seu blog através dos finalistas do top blog e gostei muito! Parabéns, os artigos tocam em temas de muito interesse e são muito bem escritos.
    Fiquei chocada com a matéria do Walcyr Carrasco. Não que RT seja novidade, nem arquitetos / designers famosos que só pensam em sí, mas eu concordo com o comentário da Letícia que ele generalizou. Maus profissionais existem em todas as profissões, clientes insatisfeitos também. Talvez seja necessário uma melhora nos dois lados: tanto a profissão de arquiteto / designer ser mais valorizada pelos clientes quanto os profissionais agirem com mais seriedade. Boa sorte para todos nós! rs.. Abraços.

  7. Concordo com vc numa coisa que há tempos vem dizendo: profissional em cima do muro só alimenta esse tipo de visão deturpada.
    RT: comissão por intermediar o encontro cliente/melhor produto e preço – sim.
    PROPINA: suborno para concretizar uma venda corrompendo propostas – nunca.

    Existe realmente muito abuso por ai, mas acho que muitos profissionais contam com as RTs para contrabalançarem orçamentos e despesas eventuais decorrentes da própria obra por falha da mão de obra ou mesmo nossa (somos humanos e muitas vezes sobrecarregados com o stress) e que não poderiam ser repassadas para o cliente.
    Já estive dos dois lado, do fornecedor e do designer de interiores.
    Como fornecedor, a RT já estava embutida no valor da mercadoria pois era a comissão do vendedor. Tanto, que vendas com acompanhamento de profissionais, eram vendas diretas.
    Esse valor o cliente VAI pagar de qualquer maneira, independente da gordura que esteja embutida no valor. Essa é uma outra prática para negociação – cliente que chora mais e tem mais cacife, paga menos (não digo que todos os fornecedores a pratiquem, longe disso ser leviano à este ponto; mas as de planejados são maioria).
    Tem lojas que realmente fazem propostas de RTs altíssimas para profissionais de renome (qual loja não quer uma estrela como vendedora) e acho que seja o caso do escritor global.
    Como profissional sou formador de opnião mas, isso não me dá o direito a faltar com a ética e lesar meu cliente.Fazendo uma especificação ou compra é nele que está meu foco, é ele que me sustenta.
    Não recebo uma RT por ter levado um cliente à determinada loja, mas pelo trabalho que envolve na definição de qual produto é mais adequado à proposta e onde encontrá-lo.
    Propina é o que se recebe parar desvirtuar propósitos iniciais – corrupçao.
    RT é o comissionamento como profissional que acredita no produto que está oferecendo ao cliente como sendo a melhor proposta e o melhor custo benefício e que está intermediando fornecedor e cliente. Afinal se o profissional não tivesse o cliente e não tivesse encontrado o fornecedor, não haveria a venda.
    Ser um bom profissional não é fazer uma obra para revista. Não é meu ego (o do profissional) que deve ser adulado. Tenho consciência de que o meu objetivo profissional é atingir as necessidades do cliente em todos os quesitos – projeto e financeiro.
    Como profissional não me importo em passar um dia fazendo pesquisa de produtos e outro saindo para apresenta-los ao cliente e ele recusando todas as propostas, faz parte.
    O bom profissional NÃO é dono da verdade. Ele é dono da técnica.
    Adotei a primeira pessoa no texto pois, de certa forma – mesmo eximindo alguns profissionais -, o Sr Walcyr não pode esquecer que é também um formador de opnião e coloca, para a população em geral, todos os profissionais, no fim das contas, no mesmo saco.

    • Caro Nilton,

      Não há dúvida que a RT ajuda a muitas pessoas. Pessoas de bem. Eu mesmo conheço bons profissionais que fazem uso da RT.

      Porém, isso não torna a RT uma prática moralmente inquestionável. Na verdade isso apenas quer dizes que nós, pessoas de bem, muitas vezes não nos questionamos sobre pequenos conflitos morais.

      É muito notável que para pessoas não ligadas a esse mercado conseguem perceber o problema moral na RT.

      Para mim, o esquema de RT era o Status Quo desde meus primeiros anos de arquitetura. Em todos os lugares que estagiei, me deparei com esse aspecto da renda dos arquitetos. Aos poucos percebi como esse relaxamento moral corrompia a prática dos arquitetos e decoradores com quem trabalhei – muitos que se tornaram meus amigos e todos pessoas boas e honestas.

      Percebi então que havia um conflito básico: o arquiteto não é um vendedor. Ele não pode exercer a função de consultor imparcial e de vendedor ao mesmo tempo. Por melhores que sejam as suas intenções, não há dignidade em uma posição moralmente questionável.

      Outro dia um amigo meu foi ao dentista por conta de um problema com dentes sensíveis. Ao final da consulta a profissional passou a receita com uma série de produtos especiais para o caso. Para a surpresa desse meu amigo, na saída a doutora tinha uma lojinha com todos os produtos na receita. Muito conveniente, sem dúvida e uma importante fonte de renda para a moça, em um tempo em que ser dentista não é tão fácil como antigamente… não havia nenhuma imposição, apenas uma sugestão, mas mesmo assim, meu amigo se sentiu enganado – e disse ter perdido toda a confiança na dentista…

      Essa dignidade é algo muito sutil, e algumas pessoas vão perceber isso de maneira mais clara e mais rápido. Mas logo isso estará claro para todos, e aqules que ficarem por último passarão vergonha. Proponho façamos uma reflexão à respeito.

      • Maurício,
        Adoraria que todos tivessem o seu caráter e ética.
        Nossa sociedade está vivendo uma total inversão de valores e a verdade é que muitas vezes fui julgada por ser honesta. O famoso jeitinho brasileiro passou a ser engraçado e aceitável pela grande maioria. Prova disso são tantos profissionais indignados com as declarações do Walcyr Carrasco.
        Normalmente os clientes não tem conhecimento desse “ganho extra” dos arquitetos”. Caso o fornecedor se recuse a pagar ou pague menos do que o arquiteto deseja ele vai para a “lista negra”. Fora o fato do valor da RT ser embutido no preço dos produtos. Ou seja, o cliente é privado de negociar com um bom fornecedor e acaba pagando mais. Quem pode provar que isto é justo???
        Aos profissionais que não concordam com esse ato ilícito eu digo: exponham sua opinião, não sejam omissos. E viva a honestidade!!!!

        • Obrigado Márcia, mas acredito que há muitos que nem se perguntam quanto ao ethos da profissão… Creio que existem aqueles que se sentem envergonhados de pedir a comissão para o fornecedor e digerem o mau estar como sendo “um lado chato da profissão”. É como um lapso de consciência. Eu mesmo sempre achei estranho mas considerava a “RT” como algo “normal” – isso porque de fato é o que é – a “norma” vigente. Questionar a ética de 99,99% dos escritórios é querer arrumar briga (às vezes acho que somos o 0,01%). Mas aos poucos isso deve mudar. Não há espaço para aqueles que não querem evoluir. Tarda mas não falha….

    • Nilton,
      bem sabemos que são raros os profissionais que vêem a RT dessa forma.
      A maioria (sim, generalizo pelo que ando vendo no mercado, especialmente aqui em Londrina) vai pelo “quem dá mais”… e que se danem as necessidades dos clientes, se o produto é adequado ou nao, etc etc etc etc
      Quem pagar mais de RT leva.
      Tanto que abri mão desse mercado e não atuo mais aqui.

  8. Abri meu escritório agora e depois de ver tanta sujeira nos lugares que trabalhei, decidi que não tomaria RT nem que tivesse de conseguir outras formas para completar minha renda.

    Nas minhas próprias investigações, descobri que a pratica é muito antiga entre decoradores aqui no país. Como decorador antigamente era coisa de putiliardario, os clientes nem fechavam com os fornecedores (tapeceiros, gesseiros, pintores, marceneiros etc), o preço já era estimado com uma folga enorme. Com a mudança das práticas e a classe média buscando cada vez mais esses “profissionais”, foi criada a RT. A pratica foi praticamente oficializada pela presidente da ABD, na época, uma decoradora renomada.

    Não há nada de ético na RT, pois essa dupla receita o torna vendedor do fornecedor ao mesmo tempo que deveria ser um consultor imparcial do cliente(muitas vezes a renda com RT de um escritório é maior que a renda por venda de projetos e administração de obras).
    Quantas vezes vi Arquitetos perdendo tempo com a venda e negligenciando os projetos – a arquitetura sofre, e o cliente paga mais e recebe menos (a RT já é embutida no preço junto com a comissão do vendedor no caso de uma loja ou grande fornecedor).

    Sinto que os tempos estão mudando. Todos meus fornecedores se mostraram muito satisfeitos em não ter de trabalhar dessa forma velada e imoral.

    Colegas, vamos trabalhar dobrado, cobrar mais pelo nosso trabalho e fazer nosso trabalho valer… Mas vamos acabar com essa palhaçada – mais uma herança maldita da nossa colonização. Isso também é corrupção.

    Por fim, meus cumprimentos ao autor deste blog. Espero poder conhecê-lo pessoalmente.

  9. Paulinho
    Essa é a mais nua e crua verdade: VERGONHA da veracidade deste artigo.
    Há vinte anos trabalhando com interiores, nos últimos oito anos tenho visto o horror que se tornou a questão RT.
    Na eferverscência da profissão, escolas, cursos, cursinhos e por aí vai, colocam no mercado inúmeros “profissionais” que encontraram nesta área um meio fácil de DOBRAR seus ganhos.
    Como Carrasco ESCLARECE, há muito não se pode confiar nos profissionais da CLASSE!
    Lamentável que, poucos somos os conscientes da necessidade de uma moralização urgente, uma vez que poucos de fato querem entrar nesta briga!
    LAMENTÁVEL!

    Beijinho primo.

  10. Penso que o Sr. Walcyr Carrasco usou da mídia para denegrir. Sempre prezo a ética e devido a uma experiência ruim com 01 (UM) arquiteto ele esculhambou com toda uma classe de profissionais, arquitetos e designers. Generalizou e colocou todos como reles recebedores de propina. Sou designer de Ambientes e sou contra a RT mas não teria o mesmo ato do novelista.

    • Cara Letícia, denegrir é muito diferente de expor um fato consumado de forma clara e direta. Além de não citar nomes, o autor em questão expôs um mal que é generalizado e que realmente tomou proporções medonhas. O autor não está simplesmente vomitando uma opinião aleatória e/ou preconceituosa. Está emitindo uma opinião com base na experiência dele. Caso vc me diga que em sua experiência como decoradora, nunca tenha se deparado com essa realidade, creio que:

      1) você não exerceu a profissão nos últimos 30 anos;
      Ou
      2) Você não considera RT uma taxa moralmente questionáve (leia-se propina).

      • Um mal generalizado???Vc têm provas disso…vc sabe o que quer dizer propina???Vc sabe o que significa um processo de calúnia e difamação??Melhor pensar a respeito…Fica a dica.

      • Calma Aline,
        seja menos corporativista…
        Se vc não pratica não tem porque se sentir absurdamente ofendida como está se parecendo e até intimidando o Mauricio com um processo…

  11. È meu caro…..o que parece que estamos mesmo nas mãos de meia duzia …..a classe parece toda satisfeita com tudo isso agora , veremos …….vergonhoso é pouco para esse povo………Propina ……..bando de sujos ……..miseráveis……..vamos ver até quando………

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