34 comentários sobre “Comemoração 700.000: #DAC! – Ed Intrínseca

    • Matheus, digitalização e cópia sen a autorização do autor é crime.
      Procure no site Estante Virtual (rede nacional de sebos e livrarias), difícil não encontrar lá.
      Abs

  1. Presente da minha mãe, um violão com cordas de nylon meio surrado pelo uso e pelo tempo, mas que não tem preço para mim, pois me faz recordar de todo o sacrificio que meus pais fizeram para realizar pequenos sonhos de seus quatro filhos.
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  2. O que possuo de maior valor sentimental é uma velha blusa de lã cinza e já meio puída pelo tempo. Ela era do meu avô e foi usada por ele na tentativa de se esquentar nas frias noites durante a Segunda Guerra Mundial. Ela sempre me lembra que as coisas podem ser construídas, destruídas consertadas e reconstruídas, sempre tem um jeito, mas as pessoas não.
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  3. A “coisa” mais importante que possuo é o dom do desapego, porque quanto menos coisas eu tenho, mais livre eu me sinto para criar outras.
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    Valeu Poliane, o livro é seu!!!

  4. Grande valor sentimental… Uma caixinha antiga, de madeira que pertencia a minha avó portadora de alzeimer e meu avô me deu quando o estágio da doença avançava. Hoje, quase nada restou dela, que vive em uma cama quase inconsciente, mas ela está sempre dentro de mim e na memória da caixinha.
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  5. Acho que todos temos “coisas” com um grande valor sentimental, eu tenho várias, mas tenho 3 em especial que me lembram sempre duas mulheres muito especiais, um anel, uma fotografia, e um presépio antigo, motivo? O anel ganhei da minha Bisavó que faleceu a 4 anos e era muito importante e presente na minha vida, a foto é dela feliz me segurando quendo eu era bebê, e o presépio foi passado da minha bisa pra minha avó, que faleceu quando meu pai tinha 17 anos, mas mesmo não conhecendo muito da história dela tenho muito orgulho, dela e da minha bisavózinha querida!
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  6. O cordão de um escapulário, pois foi o presente de uma pessoa que amo demais, e que representa em suas voltas o infinito, o ciclo, o amor que une a gente. Não tiro nunca do meu pulso, onde ele forma o símbolo do infinito e onde eu envolto no meu pulso os dois laços do símbolo formado.
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  7. “coisa” – MEU ÓCULOS REDONDO, quando o comprei foi uma luta pra achar pois não tava na moda aros diferenciados, ele me remete a momentos bons =)
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  8. Eu tenho uma pedra chamada “falso diamante” que um amigo geólogo me presenteou.
    Não consigo mais me separar dela: vive ali na minha mesa testemunhando minhas criações.
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  9. tenho um boneco do Jáspion e o carro do jáspion…brinquedos que ganhei quando tinha 6 anos de idade. Eu tinha perdido esse boneco, quando tinha 7 anos de idade, e quando fui me mudar de casa, já com 14 anos, subi no telhado da casa pra ver o que tinha lá, e achei meu boneco todo deteriorado. Dei um banho nele, 3 anos depois me mudei de cidade pra fazer faculdade, levei ele comigo. Terminado a faculdade me mudei de cidade denovo, e o boneco continua aqui!

    Qual o sentimento que ele me traz? Ter esperança nos meus heróis e sempre acreditar que eu tenho o poder de salvar o mundo! =]
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  10. `pra mim não é exatamente ‘a coisa’, mas as – …. são as fotografias que procuro cuidar e preservar! e gosto de olhá-las sempre, são fotos antigas e atuais. bjão a todos.´
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  11. Atualmente, a “coisa” quando referida a um objeto, que tem um grande valor sentimental para mim é meu iPhone. A justificativa é bem simples: vivo com ele 24 horas por dia, é meu telefone, meu reprodutor de mp3 e vídeos, meu video-game portátil, meu ponto mais fácil de acesso a e-mail e as redes sociais (e mesmo a web em geral, excluíndo os sites em Flash, hahaha). Resumindo, o grande valor sentimental se caracterizou por sua companhia!
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  12. lembro-me que eu segurava uma bussola quando meu avô antes de partir me perguntou pra onde ficava o sul. sim, ele sabia a resposta, era extremo observador das coisas e pessoas. mas apontei. entao vovô foi embora e deixou muitas lembranças e para todos os meu projetos eu carrego a bussola e começo o processo perguntando “pra onde fica o sul?”, pq a maioria pergunta “pra fica o norte?” e o que quero é fazer a diferença, ter outros pontos de vista, enxergar coisas e pessoas alem do que elas aparentam. meu exercicio de design começa com uma bussola.
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  13. Eu tenho um pequeno pedaço de argila, que me ex chefe e amigo me deu um dia. Detalhe que esta argila foi trazida por um repórter que foi fazer uma missão no Haiti e esta argila na verdade era um barro misturado a um farelo salgado, único alimento que eles estavam tendo despois do desastre. Quando recebi foi algo que me tocou muito.
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  14. Atualmente, a minha casa é a coisa mais importante que possuo.
    É dentro dela que posso abrigar a minha família (esposa, dois filhos e mais um a caminho).
    Eu própria a desenhei e hoje é palco de muitas das nossas alegrias.
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