Falta de respeito e desconsideração

Pois é, como sabem estou montando espaços para a Casa Conceito aqui em Londrina em parceria com a Adriana Tavares e o Fernando Garla. São áreas externas e só por isso já prevíamos algumas dificuldades mas que, pensamos, seriam facilmente superadas caso as coisas corressem normalmente.

Descontando S. Pedro que não está ajudando muito pois chove aqui desde sexta e está atrasando a obra toda, ainda temos de lidar com problemas provocados por outros profissionais e seus funcionários e parceiros.

Dois de nossos espaços são externos e áreas de passagem: um é o acesso principal à casa, o Lounge Externo, e o outro, o Oratorium. Pois bem, projeto pronto, parceiros definidos e comprometidos, começam os problemas.

Como vocês podem ver, o projeto do Lounge não é nada complicado, bastante simples e tampouco pensamos em fazer algo no estilo megalomaníaco e utópico que impera nas mostras. Foi pensado em algo mais conceitual porém USÁVEL seja durante a mostra, seja numa residência. O “+” mesmo ficaria por conta do projeto de Lighting que foi por onde partimos para fazer o projeto.

1 – Entulhos e falta de respeito:

Não conseguimos mexer em nada do espaço pois os outros arquitetos pensam que as áreas são depósitos de entulho das obras deles. Tiram o lixo de seus ambientes e largam ali nos nossos. Isso porque tem caçambas à disposição lá. Chegam os caminhões para entregar materiais deles e deixam ali nos nossos espaços e isso só desaparece dali depois que é usado. Enquanto isso, ficam ali entulhando e atrapalhando. Tem uma profissional que largou 40 sacos de areia ali ha mais de 2 semanas e até agora o pedreiro dela nem chegou perto. Juntei (varri) toda a porcariada na sexta a noite e pedi para retirarem os entulhos. Hoje chego lá e já estava a lambança de novo no espaço.

A Jacqueline e a Andreia tentam conversar com o pessoal mas de nada adianta. É virar as costas e pronto, jogam lixo até pelas janelas superiores e descarregam materiais de outros espaços ali.

Isso tem muito a ver com o pessoalzinho sobre os quais eu escrevi no post anterior: aquelas estrelinhas e pseudas estrelinhas que só visitam a obra e só olham pra sua coisa. Não conseguem nem mesmo perceber o que está acontecendo ao lado ou o que os seus funcionários estão fazendo com quem está ao lado. É entulho da piscina que vem pro espaço do Oratorium, é entulho do Guilherme Torres que vem pro Lounge, é Areia da Katia Costa que está lá no Lounge a 2 semanas (e que jajá eu vou mandar pra dentro do lago Igapó e ela que se entenda com IAP e Secretaria Municipal de Meio Ambiente), é gesso de não sei quem, é saco de cimento do outro, é porcelanato de um outro e por aí vai.

2 – Danos a terceiros:

Pelo cronograma, questionei se iria ser feito algo mais na parte superior da casa pois eu precisava instalar uma bancada de vidro (Arti in Vetro) desenhada por mim, com uma película importada e que não poderiam mais mexer em nada pelo risco de danificar a peça. Me disseram que não e que eu poderia instalar. Agendei a instalação para ontem (sexta). Acompanhei a instalação da bancada e após tive de sair comprar uns materiais. Quando voltei estavam mexendo no telhado…

Olhem o que me aprontaram:

Além de perder a película toda, ainda desalinharam a peça da parede e sinceramente não sei o que vai acontecer a hora que tirar o calço pois ela deveria estar com a base TODA embutida e aproveitando o alinhamento para dar sustentação. Numa das laterais conseguiram desloca-la 2cm pra fora da parede. O material de fixação precisava de 24hs de cura para que não soltasse. Só depois disso poderiamos tirar o calço e colocar algum peso em cima. Não colocaram nenhuma proteção e encostaram um andaime nela – o que provocou o deslocamento dela.

O pior é que agora ninguém tem culpa e eu que tenho de bancar o prejuízo.

NÃO MESMO!!!

Outro problema é que as portas e janelas da casa foram trocadas todas para vidro temperado. Aí me vem o Guilherme Torres e seu egocentrismo e estrelismo exagerado acreditando piamente que ele pode surtar e fazer o que quiser e os outros que se explodam e me fecha toda a sala dele com gesso acartonado. Resultado: o nosso Lounge e a piscina de outros dois arquitetos estão com janelas lindamente fechadas pelas costas do gesso acartonado e a estrutura visíveis pelo lado externo.

Como faz?

Nós que temos de nos virar para resolver e solucionar o problema que o “bunito” causou. Pois ele não é responsável pelos nossos ambientes.

Juro que dá vontade de passar um vermelhao no meu piso só pra ferrar com o piso de madeira clarinha dele para que nos dias de chuva vire aquela meleca mesmo. E faço como ele fez conosco: dane-se você!

3 – Parceiros nem tão parceiros assim. 

Uma empresa se comprometeu de fazer a cobertura do lounge. Seria um pergolado simples coberto com policarbonato. Porém, a empresa desapareceu e, na última semana, a cada telefonema meu eles davam uma desculpa para não fazer. No último telefonema foi-me dito que não poderiam fazer pois estavam de mudança e que as máquinas estavam todas desligadas e prontas para serem colocadas no caminhão e que a reinstalação demoraria e blablablablablablabla.

Pensei: DANOU-SE!!! Mas se estava dessa forma teria sido muito mais correto eles terem me falado desde o início que não poderiam fazer e não ficar me enrolando como fizeram, me fazendo perder tempo com eles. Assim eu teria como ir atras de outra empresa.

Tenho produtos que não podem molhar e agora não consigo protegê-los sem a cobertura. Nenhuma outra empresa aceitou pegar o pepino em cima da hora e, gambiarra eu nao faço.

A iluminação ferrou toda pois vai ficar na chuva e pedi (e comprei) peças para uso interno e agora não dá tempo de chegar ou trocar para externas. As que comprei ( de iluminação cênica) não existem para uso externo. A casa já está pintada por fora e não tenho mais como rasgar paredes para passar cabeamentos e esconder as luminarias sobre o beiral numa tentativa de protegê-las parcialmente da chuva. Se fizer isso tenho de assumir os custos da repintura além ter de ouvir um monte da Jacqueline e da Andreia.

Porém descubro uma coisa interessante essa semana: pra mim (quem é esse tal de Paulo Oliveira?) essa empresa do pergolado não faz, pois está de mudança, com as máquinas desmontadas. Mas para o Caco Piacenti ela faço, afinal é o Caco né??? Pro Caco as máquinas estão em ordem, não tem mudança e eles vão buscar material no quinto dos infernos. Se fosse pro Melhado, Donadio, Guilherme Torres, Makhoul, Ricci e outrps poderosos que lá estão com ambientes, essa empresa faz – até se algum deles ligar agora (04:07hs de domingo) pedindo algo. Mas como é pra esse (quem é você mesmo?) Paulo Oliveira, não. Qualquer desculpa serve.

E isso aconteceu com muitos fornecedores aqui de Londrina.

Só sabem nossos nomes e nos tratam bem quando levamos clientes nas lojas deles para gastarem lá. Só sabem nosso nome quando vem pedir uma notinha aqui no meu blog. Só se lembram de mim quando eu desapareço e ligam para cobrar porque eu sumi, porque faz tempo que eu não apereço mais na loja/ empresa. Os profissionais só se lembram quem eu sou quando me ligam ou encontram na rua pra pedir dicas gratuitas de iluminação pra seus projetos.

Muitos me falaram que já tinham se comprometido com os poderosos citados acima. Mas se esquecem que o reles mortal aqui conversa com eles lá durante a obra e descobre que o Donadio e o Melhado não tinham feito contato algum com essas empresas para seus ambientes.

Depois estes fornecedores reclamam quando alguém traz parceiros de fora com produtos iguais – ou até melhores – que os deles.

4 – Finalização:

Temos de entregar o ambiente até segunda. Terça a casa está fechada para limpeza e preparação para o coquetel que será realizado à noite.

Como vamos finalizar este ambiente se temos de pintar o chão (e lustra-lo depois) com o povo descarregando móveis, acessórios e etc passando por cima com o nível de respeito pelo outro que já demonstraram ter? Com o povo da galeria e do restaurante lá na beira do lago em obra pesada, entrando e saindo com TERRA, cimento e mais uma mundaréu de coisas, passando obrigatoriamente pelo espaço do Oratorium???

Não consiguimos nem fazer os fechamentos com vegetação que precisamos (e que o bombeiro exigiu para liberar a mostra) pois com isso os caminhões de móveis não conseguirão descer a rampa para descarregar, e ja teve arquiteto dando piti ontem por lá quando falei que vou fechar a rampa na segunda de manhã e ninguém mais passa por ali. E ai de quem ousar mexer em alguma coisa pois se arrastar um vaso vai riscar a pintura preta lustrada do chão e terão de refazer e eu não vou pagar por um serviço que eu já fiz e tampouco vou ficar com uma porcaria exposta em meu ambiente feita por outros.

Porém já tenho a solução para isso tudo (Salve Zeca!!!). Vou colocar no Lounge e no Oratorium, no lugar da placa de identificação, uma outra enorme dizendo bem assim:

“Este era para ser o projeto original:

(perspectiva em 3D)

e graças às empresas  tal, tal e tal que NOS LARGARAM NA MÃO em cima da hora e AOS profissionais fulano, beltrano, cicrano que usaram este espaço como lixão, não foi possível executa-lo E FICOU ESTA PORCARIA QUE VOCÊS ESTÃO VENDO.

críticas, favor direcionar aos citados acima.

DEVEM INCLUSIVE DEIXAR RECADINHOS DE AGRADECIMENTO PELA FALTA DE RESPEITO E DESCONSIDERAÇÃO NOS LIVROS DE VISITAS DE SEUS RESPECTIVOS AMBIENTES”

E, claro, mandarei através de meu advogado as contas dos gastos que tivemos para montar o ambiente para os respectivos escritórios de arquitetura e empresas que nos prejudicaram. Afinal muitos materiais tivemos de comprar e para as estrelinhas sabemos que saíram de graça.

Mas não se preocupem pois apesar de tudo isso estou bem, muito bem e tranquilo com tudo isso.

Para o coquetel vou fechar as duas áreas com tapume e que se virem para resolver.

Também, não pouparei acidez e críticas em meus posts que farei da cobertura da mostra, especialmente à estes que ferraram com todo o nosso projeto.

Sinceramente?

Vou deixar o muro pronto pra terça e o ambiente da Ana Paula.

O resto?

Faço quando der e SE der.

Se não der, mais plaquinhas como a acima aparecerão nos ambientes pois eu não vou queimar o meu nome por causa de cagada e falta de bom senso, educação e respeito de estrelinhas e protegidinhos não.

Um outro detalhe que não tem a ver comigo mas tem a ver com a mostra e os absurdos de Londrina e desse país:

O Dan Mendes ia colocar som ambiente na suíte que está montando. Foi ele lá no ECAD pagar a taxa e voltou revoltado sabem porque??

R$ 350,00 por dia pra deixar um cdzinho rodando.

Perceberam que eu coloquei POR DIA???

Pois é, a mostra fica aberta por 30 dias. Então quer dizer que ele teria de desembolsar a bagatela de R$ 10.500,00 pro ECAD só pra deixar um cdzinho rodando, pelo qual ele já pagou os direitos autorais quando comprou o CD????????

Que que é isso gente??? Ele não vai vender cópias piratas do CD lá dentro e tampouco CDs contrabandeados e muito menos montou um bar ou uma boate. É só uma suíte.

Esse povo surtou? Alguém sabe me dizer se isso acontece em todos os escritórios do ECAD no país ou se a corrupção da política londrinense ja chegou lá dentro do escritório londrinense do ECAD também???

Não existe uma taxa fixa para mostras que é algo bem diferente de um bar ou boate que ganham em cima da música?

É isso… Tou mega azedo e irritado sim e tenho muitos motivos como podem perceber.

Mas me aguardem.

Eu confio em meu Deus e sei que Ele vai me honrar.

Mas também sei que o preço que estes pagarão no final (ou durante) de suas vidas é bem amargo.

LD – Vamos falar dos erros? Reflexos.

É bastante comum vermos projetos na mídia em que os erros nos projetos de iluminação acabam estragando o resultado final. De erros pequenos aos grandes, a especificação errada de uma luminária ou lâmpada pode destruir o efeito esperado. Percebam como é difícil encontrar imagens que mostre o teto dos ambientes com a iluminação acesa.

Devemos nos atentar que, além de “sujar” o visual dos ambientes, os reflexos também são os responsáveis por grande parte do ofuscamento.

Um detalhe que deve ser sempre observado ao projetar a iluminação de uma ambiente é a presença de elementos e objetos reflexivos. Estes, se não forem muito bem estudados e observados podem destruir um projeto. Vidro, acrílico, metais, cromados e tantos outros materiais podem simplesmente refletir um facho de luz e estragar tudo num projeto.

Não há cor de tinta ou tipo de acabamento que elimine isso. Das cores mais escuras às mais claras aos acabamentos foscos, acetinados ou com brilho, quando o reflexo bate sobre a superfície provoca manchas.

Já mostrei alguns exemplos em outros posts, mas nenhum tão específico sobre o assunto como neste, então vamos lá. Tem gente que não gosta deste tipo de post por vê-los como um desrespeito aos autores dos projetos. Eu não vejo dessa forma e sim apenas como um exercício de observação – prática esta mais que necessária àqueles que desejam trabalhar ou trabalham com iluminação ou Lighting Design.

Vamos analisar algumas imagens a seguir. Para começar, não posso deixar de citar os reflexos provocados pela luz natural.

Observem no teto, canto direito superior da imagem. Se alguém aí me disser que isso é intencional no projeto leva uma tamancada. Se fosse algo intencional, teria sido mais explorado no ambiente e não apenas naquele pedaço de teto. Todos nós sabemos que a radiação solar provoca danos em uma grande variedade de materiais, incluindo a madeira que está neste piso. Daí a atenção aos controles de iluminação natural que existem. Observo ainda que este tipo de reflexo é um dos que mais incomoda no que diz respeito ao ofuscamento pois, vindo de baixo para cima – na direção dos olhos – faz o usuário perder o foco de onde está pisando.

Esta foto, curiosamente recebi a pouco pelo facebook através de uma consulta de uma profissional me perguntando sobre o efeito da parede, enquanto estava pesquisando imagens na web sobre reflexos. Olhem que belezura isso. Perceberam que o reflexo chegou a provocar um efeito em negativo dos vasos sobre o tampo do aparador no teto?

Fico aqui pensando: se este material colorido (provavelmente acrílico) provoca todos estes multireflexos no teto, imagine a sensação do observador tendo de fazer uma ginástica para encontrar um ponto de observação onde os reflexos não ocorram e ele consiga observar o que está exposto. Percebam também que os próprios reflexos provocam a projeção de sombras das luminárias sujando ainda mais o teto do ambiente.

Os reflexos podem ser também pequenos como neste caso. Observem a lateral da coifa. Nesta foto não dá para ver mas muito provavelmente aqueles riscos de luz estão sendo projetados em algum lugar na lateral esquerda desta cozinha.

Aqui em exemplo minusculo, mas perceptível a olhos bem treinados. Se prestarem atenção no teto sobre a bancada perceberão uma “roda de luz”. Parece uma “sujeirinha” no teto. De onde vem? provavelmente daquele elemento minúsculo cromado que está sobre a bancada.

Ah, um outro detalhe aqui nesta foto: este tipo de pendente é lindo, mas se você que trabalhar efeitos na iluminação esqueça pois ele espalha luz para todos os lados “apagando” qualquer facho ou destaque. Esse tipo de pendente acaba deixando o ambiente com uma sensação de chapado. Eu não uso isso em meus projetos.

Observem nesta foto o reflexo que está no rebaixo do gesso (direita-superior). Agora, imagine o seu cliente em pé usando esta bancada. Onde este reflexo irá pegar? Exatamente: direto nos olhos dele.

Olha lá heim, se alguém ousar falar que isso aqui foi proposital, vai a outra tamanca no meio da cara. SE e somente SE fosse proposital, este reflexo estaria centralizado no ambiente e o “desenho” formado no teto seria mais uniforme. Como se pode observar pela imagem, nenhuma das duas hipoteses são verdadeiras.

Agora, para finalizar, uma pérola que encontrei na pesquisa:

Gente, fala sério. Eu não tenho nem palavras para descrever isso aqui sem soar grosseiro. Me vem diversas palavras à mente mas se colocá-las aqui terei de alterar a classificação etária deste blog, então resumo: que diabos é isso??? Onde é que este projetista (se é que isso foi feito realmente por alguém que estudou um mínimo sobre iluminação) estava com a cabeça? O cliente aceitou esse lixo visual e ainda pagou por isso?

#FalaSério!

Como puderam ver, de pequenos objetos (bibelôs) a grandes superfícies, se a iluminação não for muito bem planejada pode estragar o resultado final do seu projeto. Por isso, muito cuidado ao iluminar ambientes com tampos de mesas e objetos feitos ou revestidos com materiais reflexivos.

Lembre-se que, além de estragar visualmente o seu projeto, podem colocar em risco o usuário por causa do ofuscamento gerado.

Bom é isso. No proximo post vou escrever sobre luz e texturas ok?

Forte abraço.

Alguns vídeos interessantes

Dias atras conversando com uma amiga minha, ela me relatou o problema de uma cliente: um pano de vidro enorme na sala que não sabia como resolver pois a familia reclamava demais daquilo pois tornava a sala totalmente sem condições de ser utilizada durante a tarde toda.

Conversamos, trocamos alguma idéias e, já que o cliente tem $$ para investir, encontrei este produto aqui que vou indicar a ela:

Fantástico para quem tem grandes áreas totalmente fechadas em vidro.

Gosto demais dessas tecnologias todas, especialmente aquelas que favorecem mudar o que se vê, tornando uma fachada em algo inesperado e surpreendente.

Já postei aqui ha algum tempo o da Flare Facade que também gostei demais.

Mas olhando outros vídeos no youtube, encontrei algumas coisas legais:

Aperture é um painel usado em instalações artísticas. Mas dependendo do cliente, especialmente os institucionais e comerciais, pode-se aproveitar esta tecnologia interativa num projeto. Fiquei imaginando isso em RGB…

Olhem que interessante a aplicação dos coolers de computadores nesta instalação.

Olhem só que delícia de brincadeira. Não te lembrou daqueles dias de outono que caminhamos pelas ruas com as folhas voando sobre o chão numa deliciosa dança?

Por falar em voar e leveza, vejam isso:

Impressionante como um simples pedaço de pano e alguns ventiladores podem gerar uma instalação tão bela e poética!

Isso me faz pensar sobre as nossas cidades e como a falta dessa poesia, beleza, do lúdico afetam seriamente a nossa vida cotidiana. Por exemplo, aqui em Londrina temos dois lagos belíssimos e não se vê vontade alguma em fazer algo que ajude a implementar o turismo embelezando estas duas áreas. Quem me dera tivéssemos administradores públicos com boa vontade e, principalmente bom gosto:

Perceberam que isso tudo aí é água?

Pois é, semaninha começando e eu continuo queimando a cabeça com várias coisas ahahah então tou normal.

Abraços e até o próximo post!

Lareiras? Não, fireplaces…

O designer alemão wolf udo wagner desenvolveu para a Maison Object uma produto que tem as características de uma lareira, porém, móvel. Você a leva para onde quiser. Com isso é mais um fireplace que uma lareira. Batizou o produto de Ponton Fireplace.

Pode ser usada em ambientes internos e externos. Produzida com um vidro resistente ao fogo e aço, funciona por mais de duas horas e meia sem precisar ser recarregada. A emissão de dióxido de carbono é mínima.

Mais informações:

http://www.pontonliving.eu
http://www.maison-objet.com

 

Vidro e papel de parede iluminados

Da parceria entre a empresa Saint-Gobain Innovations com a Saazs – empresa que trabalhacom novas tecnologias em iluminação – surgiu o primeiro vidro iluminado o mundo.

Este produto pode ser usado como luminária ou ainda ser incorporado como parte de mobiliários.

Já o designer Jonas Samson’s desenvolveu um ppel de parede iluminado.

Este produto garante um visual agradável e efeitos interessantes nos ambientes. Além de ser um produto eco-sustentável.

 font: InHabitat