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Design & Marketing - Uma relação tumultuada

Marketing do design - Design do marketing

Atraídos pela liberdade de criação e pelo retorno financeiro, alguns designers desenvolvem itens específicos para o marketing de produtos. Fernando e Humberto Campana, Marcelo Rosenbaum e Gaetano Pesce estão entre os designers premiados que colocaram seu talento a serviço da Souza Cruz. Mas, alguns puristas ainda reagem, irados, ao menor sinal de aproximação entre design e marketing.

Há pouco mais de dois anos, a multinacional Souza Cruz vem fazendo contato com designers de respeitada atuação no mercado brasileiro e internacional. Alguns confessam que relutaram, no primeiro momento, devido à imagem desgastada e negativa dos cigarros. Mas depois aceitaram, e não se arrependeram.

Marcelo Rosenbaum, que no ano passado criou uma linha de produtos para a marca Lucky Strike, explica por que essa experiência foi tão gratificante: “Primeiro, porque foi mais uma oportunidade de trabalhar com grandes indústrias, desenvolvendo produtos que serão fabricados em larga escala. Depois, porque tornou possível a realização de pesquisa de novos materiais, que não seria feita sem o suporte de uma grande empresa. Por último, pela necessidade de projetar com liberdade de criação, mas obedecendo a uma série de restrições”. Um exemplo de tais restrições é dado pelo projeto da lixeira destinada a uso em aeroportos. Além das exigências do cliente, era necessário atender também às especificações da Infraero, empresa pública que administra os aeroportos brasileiros.

Na linha de produtos de pequeno porte destinados a bares e restaurantes, composta por bandeja, cinzeiro de mesa, balde de gelo e lamparina, tanto os materiais como a linguagem deveriam ser adequados ao público-alvo da marca. Os irmãos Humberto e Fernando Campana também consideram a experiência extremamente positiva, pelo exercício de linguagem, pela disciplina necessária ao cumprimento de prazos rígidos e pelo financiamento de novas pesquisas. Em dois anos de trabalho para a Souza Cruz, os Campana projetaram cerca de 40 itens para a marca Free, nem todos aprovados ou produzidos. “O mais importante”, conta Fernando, “é que eles queriam produtos com nossa cara, mas com os quais os fumantes daquela marca se identificassem.”

Os designers recorreram ao vasto repertório de materiais que utilizam normalmente: fio espaguete (cestinha para lojas de conveniência), poliestireno translúcido (lixeira), alumínio repuxado (cinzeiro), tubos plásticos transparentes (lixeira com cinzeiro), plástico inflável (bowl para caixas de fósforos e luminária), polipropileno (luminária com alça de metal), chapas metálicas (espelho imantado e porta-revistas) etc. A identificação com os consumidores se deu muito mais pelo design do que pela marca, discretamente estampada em cada produto. Tanto que boa parte dos cinzeiros espalhados em bares ou restaurantes foi levada pelos clientes.

O arquiteto e designer italiano Gaetano Pesce também desenvolveu peças exclusivas, em resina de poliuretano, para a marca Free: jogos americanos, relógio, luminária, porta-fósforos e porta-copos. A arquiteta Carla Caffé ilustrou uma coleção exclusiva de canecas de cerâmica para a marca Carlton.

Texto resumido a partir de reportagem de
Airton Ribeiro

http://www.arcoweb.com.br/design/design17.asp

Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 249 Novembro 2001.

Encontro Economia Criativa - Orbitatodo

 Sugado: Revista abcDesign
Entre os dias 13 e 21 de julho, a Orbitato (em Pomerode, SC) vai fazer uma semana inteira de eventos dedicados aos design, moda, arquitetura e criatividade.

Vai ter palestra gratuitas com Jum Nakao, Rafael Cardoso, Helene Anasiaff e Irene Maldini, e oficinas (estas pagas, mas valem a pena!!) também com os palestrantes.

Jum Nakao (estilista e diretor de criação, brasileiro e neto de japoneses) vai fazer uma oficina de Criação.

Rafael Cardoso (docente da PUC Rio com passagem de estudos pela França e vários livros editados) vai falar sobre Design em um mundo complexo.

Irene Maldini (é designer de produtos do Uruguay com prêmios internacionais) vai estar acompanhada de uma equipe Orbitato: um historiador que faz design gráfico, um fotografo com olho afiado e um administrador com experiência em assuntos criativos para juntos proporem a organizar os aspectos funcionais das realidades/negócios diagnosticados. Criação de imagens, soluções gráficas e organização dos aspectos financeiros.

Helene Anaiff (arquiteta, designer de jóias, e co-diretora da Escola da Cidade) também fará uma oficina de Criatividade.

Aqui, você encontra todos os preços e horários. Estudantes em férias, aproveitem para adquirirem conhecimentos diferentes daqueles da sala de aula!

Cursos de iluminação: Osram/IED - São Paulo

A Osram também oferece cursos na área de iluminação. Agora em parceria com o IED (Instituto Europeu de Design) os cursos são oferecidos em São Paulo na sede do IED.

Curso de Iluminação: Conceitos e Projetos

Apresentação na página do curso
O curso “Iluminação: Conceitos e Projetos” foi desenvolvido pela OSRAM no intuito de orientar e apresentar instrumentos para o desenvolvimento de projetos de iluminação seguindo os atuais conceitos de eficiência, economia, conforto e conservação de energia.
Apresenta instrumentos para a criação de projetos de iluminação, com exercícios práticos executados em sala de aula.

Público Alvo
Engenheiros, arquitetos, designers de interiores, técnicos, profissionais de vendas da área de iluminação, responsáveis por manutenção, instaladores e estudantes.

Material de Apoio
Serão fornecidas uma apostila do curso, um catálogo de produtos OSRAM e um certificado de participação.

Calculadora
Para a realização dos cálculos luminotécnicos no período da tarde é necessário que cada participante traga uma calculadora científica com funções trigonométricas.

Inscrições
O número de vagas é limitado a 40 pessoas e a inscrição é sujeita à confirmação.
Informações através do tel: 0800 55 7084 (de segunda a sexta-feira, das 8:30h às 12h e das 14 às 17h).

Valor do curso
O valor deste curso é R$ 120,00.
O pagamento é realizado através de boleto bancário. Sua inscrição será confirmada após o pagamento do boleto.

14/Julho/2008
18/Agosto/2008
15/Setembro/2008
13/Outubro/2008

Programa do Curso
08:30 - 10:40h
O conceito de conforto visual
Objetivos da iluminação
Sistemas de Iluminação
Grandezas fotométricas

10:40 - 11:00h
Coffee break

11:00 - 13:00h
Critérios de desempenho luminotécnico
Modelos de avaliação em iluminação

13:00 - 14:30h
Almoço (não incluso)

14:30 - 16:40h
Métodos de cálculo luminotécnico
Exercícios práticos: iluminação geral e dirigida

16:40 - 17:00h
Coffee break

17:00 - 18:30h
Softwares – Características e aplicações
Exercícios práticos

PALESTRANTE

Nelson Solano Vianna

Curso de Iluminação Residencial

Apresentação na página do curso
A iluminação pode transformar ambientes, criar diferentes climas e dar um novo aspecto ao espaço apenas com a escolha adequada da lâmpada e do objeto a ser iluminado.
A proposta do curso é estudar em detalhes as diversas áreas de uma residência, se valendo da estética e da funcionalidade do local.
O curso aborda todas as técnicas utilizadas na iluminação residencial, com exemplos práticos dos diversos ambientes de uma residência.

Importante: O curso de iluminação residencial não aborda o cálculo luminotécnico nem características técnicas dos sistemas de iluminação. Por isso, para melhor compreender este conteúdo sugerimos que participe dos cursos Iluminação: Conceitos e Projetos e ainda do curso Iluminação e Sistemas Eletrônicos. Para maiores detalhes sobre estes cursos, favor consultar estes temas específicos.

Público Alvo
Arquitetos, designers de interiores, engenheiros, técnicos, profissionais de vendas da área de iluminação, responsáveis por manutenção, instaladores e estudantes.

Material de Apoio
Serão fornecidas uma apostila do curso, um catálogo de produtos OSRAM e um certificado de participação.

Inscrições
O número de vagas é limitado a 40 pessoas e a inscrição é sujeita à confirmação.
Informações através do tel: 0800 55 7084 (de segunda a sexta-feira, das 8:30h às 12h e das 14 às 17h).

Valor do curso
O valor deste curso é R$ 60,00.
O pagamento é realizado através de boleto bancário. Sua inscrição será confirmada após o pagamento do boleto.

16/Julho/2008
20/Agosto/2008
18/Setembro/2008
15/Outubro/2008
26/Novembro/2008

Programa do Curso
09:00h - 10:40h
Princípios Básicos:
Princípios Quantitativos
Princípios Qualitativos
Considerações do Projeto Residencial

10:40h - 11:00h
Coffee break

11:00h - 13:00h
Conceitos e Técnicas de Iluminação
Geral (iluminação direta, indireta e direta e indireta)
De destaque (dirigida, simétrica, assimétrica)
Wallwasher (iluminação de áreas verticais em plano liso, com textura e em nichos)
De orientação (passagem, balizamento)
De projeção
Luz natural
Luz no paisagismo

13:00h - 14:30h
Almoço (não incluso)

14:30h - 16:00h
Recomendações na Iluminação de Ambientes:
entrada, hall, sala de estar, home theater, sala de jantar, circulação, dormitórios, closet, banheiro, escritório, copa, cozinha, lavanderia, fachada, área externa, piscina, lazer, garagem, jardim.

16:00h - 16:20h
Coffee break

16:20h - 18:00h
Apresentação de Cases
Sistema de Gerenciamento de Iluminação

PALESTRANTE

Silvia Bigoni

Curso de Iluminação Comercial

Apresentação na página do curso
A proposta do curso de Iluminação Comercial é discutir as diferentes estratégias de iluminação de um espaço e seus objetos. Evitar erros freqüentes na escolha das fontes e escolher o local ideal na geometria da arquitetura. Selecionar os efeitos desejados de acordo com as intenções do projeto, suas ilusões, suas atmosferas e o impacto que a arquitetura deve provocar no observador.

O curso não desenvolve atividades práticas em sala. As aulas são expositivas e apresentam rotinas de projetos que o profissional poderá utilizar no desenvolvimento de sua atividade.

Importante: O curso de iluminação comercial não aborda o cálculo luminotécnico nem características técnicas dos sistemas de iluminação. Por isso, para melhor compreender este conteúdo sugerimos que participe dos cursos Iluminação: Conceitos e Projetos e ainda do curso Iluminação e Sistemas Eletrônicos. Para maiores detalhes sobre estes cursos, favor consultar estes temas específicos.

Público Alvo
Arquitetos, designers de interiores, engenheiros, técnicos, profissionais de vendas da área de iluminação, lojistas, responsáveis por manutenção, instaladores e estudantes.

Material de Apoio
Serão fornecidas uma apostila do curso, um catálogo de produtos OSRAM e um certificado de participação.

Inscrições
O número de vagas é limitado a 40 pessoas e a inscrição é sujeita à confirmação.
Informações através do tel: 0800 55 7084 (de segunda a sexta-feira, das 8:30h às 12h e das 14 às 17h).

Valor do curso
O valor deste curso é R$ 120,00.
O pagamento é realizado através de boleto bancário. Sua inscrição será confirmada após o pagamento do boleto.

13/Março/2008
17/Abril/2008
15/Maio/2008
19/Junho/2008
17/Julho/2008
21/Agosto/2008
17/Setembro/2008
16/Outubro/2008
27/Novembro/2008

Programa do Curso
09:00 - 10:40h
Apresentação dos conceitos utilizados em projetos de iluminação comercial e os principais impactos da luz no espaço e no observador

10:40h - 11:00h
Coffe break

11:00h - 13:00h
Apresentação dos condicionantes relacionados ao uso do espaço e ao apelo visual da arquitetura. As estratégias para agregar sentimento ao projeto e definir as respostas emocionais do observador dentro de espaços comerciais.

13:00h - 14:30h
Almoço (não incluso)

14:30h - 16:40h
Apresentação de estratégias para a fundamentação de soluções de iluminação e rotinas de projeto para diversos locais que compreendem um espaço comercial, como: vitrines de lojas, exposições verticais e horizontais, provadores de lojas, balcões de atendimento, áreas de trabalho, etc. Seleção das fontes (lâmpadas) adequadas para atender cada caso apresentado.

16:40h - 17:00h
Coffee Break

17:00h - 18:00h
Apresentação de imagens de projetos comerciais nacionais e internacionais para discussão dos temas abordados, análise dos objetivos envolvidos e das soluções propostas.
PALESTRANTE

Rafael Leão

Curso de Iluminação e Sistemas Eletrônicos

Apresentação na página do curso
O curso Iluminação e Sistemas Eletrônicos foi desenvolvido pela OSRAM para que seus participantes se sintam mais confiantes na escolha correta do sistema de iluminação em seus projetos. O curso irá abordar as características técnicas de todas as tecnologias de lâmpadas e sistemas de iluminação, apresentando a linha incandescente, halógena, fluorescente compacta, fluorescente tubular, indução magnética, descarga, LED e ainda, transformadores, reatores eletrônicos e sistemas de gerenciamento da iluminação. Desta forma, seus participantes poderão esclarecer dúvidas quanto à correta aplicação destas diferentes tecnologias.

Público Alvo
Engenheiros, arquitetos, designers de interiores, técnicos, profissionais de vendas da área de iluminação, responsáveis por manutenção, instaladores e estudantes.

Material de Apoio
Será fornecido o catálogo de produtos OSRAM e um certificado de participação.

Inscrições
O número de vagas é limitado a 40 pessoas e a inscrição é sujeita à confirmação.
Informações através do tel: 0800 55 7084 (de segunda a sexta-feira, das 8:30h às 12h e das 14 às 17h).

Valor do curso
O valor deste curso é R$ 60,00.
O pagamento é realizado através de boleto bancário. Sua inscrição será confirmada após o pagamento do boleto.

11/Março/2008
15/Abril/2008
13/Maio/2008
17/Junho/2008
15/Julho/2008
19/Agosto/2008
16/Setembro/2008
14/Outubro/2008
25/Novembro/2008

Programa do Curso
08:30 - 10:40h
Lâmpadas incandescentes
Lâmpadas halógenas em tensão de rede
Lâmpadas halógenas de baixa tensão
Lâmpadas fluorescentes compactas

10:40 - 11:00h
Coffee break

11:00 - 13:00h
Lâmpadas de indução magnética
Lâmpadas fluorescentes tubulares
Lâmpadas de descarga em alta pressão:
Multivapores metálicos
Vapor de sódio
Vapor de mercúrio
Luz mista

13:00 - 14:30h
Almoço (não incluso)

14:30 - 16:40h
Reatores eletrônicos
Transformadores eletrônicos
Tecnologia DALI

16:40 - 17:00h
Coffee break

17:00 - 18:30h
Módulos de LEDs:
LEDs para iluminação geral
LEDs para sinalização
LEDs para iluminação de efeito
PALESTRANTES

Silvia Bigoni e Ricardo Benucci

 

Os cursos são realizados na sede do IED:

IED SÃO PAULO - Istituto Europeo di Design
Rua Maranhão 617
São Paulo - SP
Veja o mapa aqui

Para maiores informações acesse: http://www.osram.com.br/cursos/cursos.html

 

Mas é uma Porta…

É sempre um desprazer quando entramos num local e damos de cara com aqueles velhos e comuns modelos de portas.

Eu ao menos tenho vontade de sair trocando todas mas isso depende e muito do cliente que desconhece as possibilidades de brincar com este elemento muito importante na decoração. Talvez porque os mesmos só tem acesso aos modelos encontrados (todos iguais) nas lojas por aí.

Porém podemos, como designers, criar novos padrões e modelos para os projetos.

Estas portas foram desenhadas e produzidas por Snickarper.

Fonte: YankoDesign

 

Olheiros….

Não sou muito adepto de certas coisas que vejo como frescurites até mesmo porque tenho um estilo bem minimalista no projetar.

No entanto algumas coisas me chamam a atenção seja pela leveza, pela graça ou por sutilidade.

Estas imagens são de uma instalação artística realizada pelo grupo multidisciplinar composto por Canary Warf, Wokmedia e o lighting designer Admir Jukanovic/Mindseye.

Achei muito criativa e lúdica a idéia. Uma brincadeira que nos remete a alguns animais de nossa fauna (siris, lesmas, sapos, etc) e dependendo da aplicação até mesmo de seres imagináveis. Imagine isso na cabeça de uma criança a quantidade de versões e visões divertidíssimas.

Acho que a notícia de que serei titio novamente acabou me deixando meio bobão ehehehehehe

Particularmente adorei as iluminadas.

 

Curso Prático de Iluminação e Projeto Luminotécnico em Curitiba

Ministrante: Arq. Lori  Crizel - MSc

- Graduado pela Universidade Católica – RS;

- Mestre em Conforto Ambiental com ênfase em Iluminação pela UFRJ - Universidade Federal do RJ;

- Professor Substituto do Curso de Arquitetura da UFRJ - Universidade Federal do RJ;

- Professor Assistente do Curso de Arquitetura da Universidade Santa Úrsula – RJ;

- Membro do Comitê Especial Europeu de Pós-Graduação (área de estudos em luminotecnia) tendo atuado na: Inglaterra, Escócia, País de Gales e França;

- HA. e Concept Designer do Escritório John & Mark Achitects – País de Gales.

- Professor Adjunto “A” do Curso de Arquitetura da Universidade Paranaense – PR - (disciplinas de Luminotécnica);

- Coordenador de Pós-Graduação em Arquitetura da Universidade Paranaense – PR - (disciplinas de

Luminotécnica);

- Presidente do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Paranaense – PR;

 

Dias: 07, 08 e 09 de Agosto de 2008  

CURITIBA - PR

Local: Auditório da  FUNPAR – Av. João Negrão, 280 - Centro

Inscrições pelo site: www.gersoncursos.com.br

 

Objetivo:

Elucidar aos participantes do curso as principais questões práticas relativas à iluminação artificial aplicadas ao projeto, tanto de interiores quanto de fachadas, por meio de uma visão global das variáveis que formam esse contexto.

Exemplificar, durante a parte teórica, os princípios básicos de Diagramação Lumínica e aplicabilidade funcional das diferentes fontes lumínicas e seus respectivos efeitos.

Durante a parte prática – exercícios, discutir com os participantes algumas situações específicas de iluminação artificial visando uma melhor compreensão do emprego de cada fonte artificial.

 

Público Alvo:

Arquitetos, Engenheiros Eletricistas, Engenheiros de Segurança, Gestores Prediais, Peritos e demais interessados na qualidade e produtividade do ambiente.

 

Material Solicitado ao participante:

- Leve seu Laptop/Notebook - (não obrigatório, porém muito bem aproveitável).

- Leve impresso, ou em meio digital, catálogos de lâmpadas que poderão ser pegos gratuitamente em um dos seguintes sites:    - www.philips.com.br ou www.osram.com.br 

- Leve impresso, ou em meio digital, projetos de interiores que já tenha desenvolvido;

- Leve calculadoras, preferencialmente, científicas.

 

Programa:

- Luz e Conforto Luminoso

- Conceituação do Projeto Luminotécnico

- Cores aditivas e subtrativas

- Efeitos Cromáticos

- Acuidade Visual

- Visão e Efeitos Visuais

- Efeitos Luminosos

- Aspectos Quantitativos e Qualitativos da Luz

- Tipologias de Iluminação

- Fontes Lumínicas Artificiais – características e aplicações

- Projetar com a Luz

- Diagramação Lumínica

- Concepção Espacial da Luz

- Características Físicas da Luz

- Unidades e Grandezas Luminotécnicas

- CÁLCULOS LUMINOTÉCNICOS – Exemplificação

- PROJETO LUMINOTÉCNICO – Exercícios Práticos

- INTEGRAÇÃO ENTRE ILUMINAÇÃO NATURAL E ARTIFICIAL.

Carga horária: - 24h:00min Horas/Aulas

 Observações: Incluso no curso: Material didático (Apostila e CD), serviço de coffe-breaks e emissão de certificados

Data / Horário:

Data: 07, 08 e 09 de Agosto de 2008

Horários:  

07/08 – 08h00min h às 12h00min h e das 14h00min h às18h00min h

08/08 – 08h00min h as 12h00min h e das 14h00min h às 18h00min h

09/08 – 08h00min h as 12h00min h e das 14h00min h às 18h00min h

Local:

Auditório da FUNPAR - www.funpar.ufpr.br

R. João Negrão, 280 - Centro - (Próximo à Rodoviária Velha de Curitiba).

 

Investimento:

1ª Opção: R$: 410,00 – Para pagamento em parcela única até o dia 28/07/2008.

2ª Opção: R$: 450,00 - Para pagamento em duas parcelas de R$: 225,00 cada uma, a primeira com vencimento em 28/07/2008 e a segunda com vencimento em 20/08/2008. 

- Obs: Essa segunda parcela deverá ser obrigatoriamente em cheque pré-datado a ser entregue no primeiro dia do curso.

Forma de Pagamento:

Os pagamentos deverão ser efetuados através de deposito na conta abaixo:

- Banco: Bradesco

- Agência: 2037-0

- Conta Corrente: 26.027-4

- Favorecido: Gerson Martins Treinamentos Profissionais Ltda - CNPJ: 09.252.997/0001-41

É necessário o envio do comprovante desses depósitos/pagamentos, com a anotação do nome do participante no curso, para a identificação do pgtº no extrato bancário, envie anexo a ficha pelo e-mail ou pelo fax: 41 3015-1881, por favor não deixe de enviar.

No caso de sua inscrição vir ser paga por algum órgão público federal, estadual, municipal ou autarquias, e que demande de emissão de uma nota de empenho ou de compra, e que seja necessário a confirmação de registro no SICAF, informamos que a empresa está devidamente cadastrada e com os dados atualizados, qualquer duvida entrar em contato pelo fone: 41 3015-1881 ou o e-mail: grmartins@onda.com.br para solucionar a pendência.

 

Dados p/Inscrição:

 Curso Prático de Iluminação e Projeto Luminotécnico

- Data: 07/08/09 de Agosto de 2008 - CURITIBA - PR 

Preencha os dados abaixo e envie para: grmartins@onda.com.br

Dados Pessoais:

Nome correto p/o certificado:

Formação Profissional:

CPF:

E-mail pessoal:

End. Residencial:

CEP:

Cidade:

Telefone c/ddd:

Fax c/ddd:

Celular c/ddd:

Dados Profissionais:

Empresa:

CNPJ:

Endereço:

Site da Empresa:

E-mail profissional:

Telefone c/ddd:

Fax c/ddd:

CEP:

Cidade:

Resp p/RH:

Faça a sua opção de pagamento: - Não esqueça de enviar o comprovante com o seu nome anotado.

(   ) - 1ª Opção: R$: 410,00 – Para pagamento em parcela única até o dia 28/07/2008

(   ) - 2ª Opção: R$: 450,00 - Para pagamento em duas parcelas de R$: 225,00 cada uma, sendo a primeira com vctº em 28/07/2008 e a segunda com vctº 20/08/2008.

- Essa segunda parcela será obrigatoriamente em cheque pré-datado a ser entregue no primeiro dia do

curso.

Para fins de emissão do recibo, informe-nos se o pagtº será efetuado pelo próprio inscrito ou pela empresa onde trabalha:

(   ) – Pessoa Física – não esqueça o seu CPF.

(   ) – Pessoa Jurídica – não esqueça o CNPJ e dados da empresa.

 

Gerson Martins Treinamentos Profissionais Ltda

CNPJ: 09.252.997/0001-41

R. Tapajós, 1005 - Cj. 03 - Bom Retiro

Fonefax: (41) 3015-1881 - 9687-9998

CEP  80520-260 - CURITIBA - PARANÁ

 

Msn: gersonrenato@hotmail.com

Skype: gerson3671

 

Tudo que você precisa saber sobre Design de Interiores e Ambientes

…e que não tinha a quem ou vergonha de perguntar. *

O que é Design de Interiores?
Design de Interiores é uma evolução técnica e estética da Decoração. Com a necessidade urbana de espaços cada vez mais detalhados e personificados aliado aos avanços tecnológicos em equipamentos, materiais e uso destes espaços, o profissional de decoração foi ficando para trás por não ter competência, conhecimentos e nem habilidade técnica para projetar. Com esta nova realidade surge então o Design de Interiores, uma área bem mais ampla e vasta com vários segmentos onde o profissional aprende em seu curso conteúdos multidisciplinares de Design, Arquitetura, Engenharia, Artes entre outras áreas que formam o todo.
Com esta formação o profissional está apto a realizar alterações no layout, trabalhar gesso, iluminação, projetar móveis, trocar revestimentos enfim, tudo o que for necessário para que o seu projeto seja inovador, contemporâneo e correto dentro das Normas Técnicas.
Através de toda a sua carga de conhecimentos aliada às informações obtidas junto com o cliente através de entrevistas e briefing ele tem materiais em mãos para projetar estes espaços de forma ou a simplesmente fazer ajustes usuários/uso até mesmo propor alterações gerais dos espaços, incluindo propondo novas aberturas e/ou fechamentos.

O que é Design de Ambientes?
Design de Ambientes é uma nomenclatura mais ampla para Design de Interiores que, por ranço, melindre ou vício de outros profissionais de áreas correlatas, insistem em afirmar que o próprio nome do curso limita a área de atuação do profissional de Interiores às áreas internas da edificação. Isso entra numa tentativa mascarada de reserva de mercado pois os mesmos que pregam este tipo de coisa sabem perfeitamente que um cliente dificilmente contratará dois profissionais: um para a área interna e outro para a externa. Logo quem faz os dois tem mais chances.
Mas em sua formação acadêmica, o profissional de Design de Interiores absorve e aprende conteúdos que o habilitam tecnicamente para efetivar alterações no exterior também seja em fachadas, paisagismo, eventos, etc.

Quais as áreas de atuação do Designer de Interiores/Ambientes?
Design de Interiores:
Todos os ambientes internos residenciais, comerciais, industriais, estandes, etc
Design de Ambientes:
Paisagismo, fachadas, eventos externos, etc
Transportes:
Interiores de automóveis, aviões, embarcações, etc.
SET Design:
Cenografia teatral, estúdios de foto/TV/vídeo, etc
Moda:
Desfiles, vitrines, produção de catálogos e editoriais, etc.
Games:
Produção em conjunto com os desenvolvedores dos ambientes internos e externos para jogos.
Produto:
Móveis, acessórios, luminárias, etc
Educação:
Lecionar em faculdades e universidades, produção de textos, artigos, livros, palestras, cursos, seminários e outros pertinentes ao Design.
Existem ainda outras áreas em que o Designer de Interiores/Ambientes pode trabalhar. Basta você perceber os ninchos de mercado e entrar.
Qual a diferença entre “design” e “designer”?
Design é a profissão, designer é o profissional. Ou seja, você faz design e você é um designer.
Desconfie quando ouvir um “profissional” dizendo-se design e que trabalha com designer. Isto demonstra claramente o quão a sério ele levou o seu curso, se é que fez algum.

O que um Designer de Interiores/Ambientes precisa saber para atuar profissionalmente?
Dentro da formação acadêmica o Designer de Interiores/Ambientes cursa disciplinas como:
Ergonomia
Desenho de expressão e de observação
Desenho técnico arquitetônico
Leitura e análise de projetos arquitetônicos, estruturais e elétricos
Desenho e detalhamentos de objetos (moveis, acessórios, luminárias, etc)
Psicologia humana
Acessibilidade
Cor
História da arte, arquitetura e design
Semiótica
Paisagismo
Ética
Gestão e marketing
Materiais e revestimentos
Estética
Projeto luminotécnico, hidraulico e elétrico
Normas técnicas
Entre vários outros conteúdos pertinentes.
Todos estes conhecimentos são necessários para que o Designer possa vislumbrar todas as possibilidades projetuais e realiza-las de forma a atender e satisfazer plenamente o cliente.

Já no âmbito profissional, o designer tem de ter conhecimentos sobre o mercado de trabalho, sociedade na qual está inserido, parcerias e prospects entre outros.
Apesar de saber fazer corretamente a leitura das plantas estruturais, quando da necessidade da derrubada de alguma parede para melhorar o espaço o Designer deve recorrer à parceria junto a um engenheiro civil que ficará encarregado desta parte. Da mesma forma quando se fizer necessária alteração no projeto elétrico (engenheiro elétrico) e outras situações. Isto não tem absolutamente nada a ver com sombreamento profissional mas sim com parcerias provocadas pela própria multidisciplinaridade do Design de Interiores/Ambientes.

O que é design de produto? Onde ele está presente no trabalho do Designer de Interiores/Ambientes?
É o designer que trabalha com o desenvolvimento de produtos: embalagens, móveis, eletrodomésticos e qualquer coisa usável. Já o Designer de Interiores/Ambientes, em sua formação, aprende como se deve projetar corretamente os produtos mais utilizados em seus projetos e que são, normalmente, a maior carga de trabalho projetual: móveis.
Nem todos os móveis que vemos em revistas ou em lojas cabem, dentro dos espaços cada vez mais reduzidos portanto, o Designer tem de projetar peças e mais específicas que serão produzidas em marcenarias. Aqui também entram vários outros conhecimentos que um leigo nem faz idéia: ergonomia, materiais, resistência dos materiais entre outros. Há também casos de produção de acessórios, objetos decorativos e luminárias. Por isso é importantíssima a formação do profissional.

Como um designer cria um ambiente?
Primeiramente, é preciso que o cliente preencha um briefing - um documento explicando o que ele quer. O briefing contém informações pertinentes ao designer, como desejo principal do cliente, sonhos e vontades, cores que lhe são agradáveis, fluxograma (uso) diário dos espaços, composição familiar/empresarial entre vários outros elementos. Depois, ele junta todas as informações que ele puder sobre o cliente, traçando um perfil psicológico/social. Após isso, o designer faz um brainstorming ou um painél de semântica com tudo relacionado ao assunto: imagens de móveis, imagens de equipamentos e materiais, conceitos, etc. Em seguida, ele analisa todas as informações e começa a gerar rascunhos alternativos de layouts. Não há nenhuma regra para o número de alternativas. Alguns geram 3, outros geram 300. Esta é a etapa mais demorada do processo, pois o designer precisa levar em conta todas as informações que ele juntou e todo seu conhecimento. Quando o designer acredita que já gerou soluções o suficiente, começa o processo de eliminação no qual ele descarta as alternativas até reduzir até no mínimo 3 alternativas. Com isto feito, ele aperfeiçoa os esboços (em um software, ou no papel mesmo) já com as cores que ele definiu no processo de rascunho. Em seguida, o designer apresenta alternativas ao cliente (muitos preferem apresentar apenas uma alternativa). Caso o cliente desaprove, abre-se uma discussão entre os dois lados para verificação de ajustes no projeto, onde estão os objetos indesejáveis (pontos de rejeição), pontos de acertos, possíveis soluções, etc. Isto implica voltar à mesa de desenho e re-projetar algumas ou muitas coisas. O processo se repete até o cliente finalmente aprovar o trabalho. Depois ainda é aconselhável criar um manual de uso para o cliente saber como lidar com equipamentos e materiais (lâmpadas, limpeza, etc).
 
Quanto um designer ganha?
Ah, a pergunta que vale ouro.
O correto seria o cliente perguntar: quanto um advogado, um médico, um arquiteto ganha? E depois de tomar consciência disso, perceber que o profissional de Design investiu tanto quanto qualquer outro profissional em sua formação e carreira.
Depende muito. E esse “depende” inclui vários fatores: onde ele trabalha, em que cidade ele trabalha, como é o cenário do design na cidade dele, quão bom ele é, se é estágiário ou já é formado, etc.

O que é melhor: ter um emprego fixo ou trabalhar como profissional autônomo?
Muito designer decide ser freelancer (profissional autônomo) para ganhar mais. Alguns destes ganham mais, outros não. O bom de ser freelancer é que você não gasta dinheiro com impostos (na teoria), você define seu próprio salário, não precisa responder a ninguém exceto ao cliente, têm horários flexíveis, etc. Em contra-partida, o freelancer não têm carteira assinada e não pode se aposentar, não têm renda comprovada e pode passar por um período de “seca”: aquele mês onde você não consegue nenhum cliente novo e suas contas a serem pagas começam a atrasar. Então depende muito de como você quer trabalhar. Freelancing funciona para alguns, não funciona para outros. O jeito, é testar ambos e ver qual que lhe cai melhor.

Vale a pena fazer faculdade de design?
Sim. Claro, existe algumas faculdades ruins por aí. O jeito é conhecer alunos destas faculdades e perguntar como são as aulas, como são os professores e como é a infra-estrutura. Existe algumas coisas que você simplesmente não aprende em livros ou em posts de blogs sobre design na net. Experiências reais de professores que atuam no mercado é uma destas coisas: é sempre bom saber como que o profissional vai lidar com determinado problema na vida real. Sem dúvida, existe muita coisa que você não vai poder aplicar na vida real devido a velocidade em que corre o mercado do design. Mas é sempre bom saber, pois se você acabar encontrando-se preso em algum lugar saberá como se safar usando uma técnica que requer mais tempo porém fará com que o trabalho seja feito. Pessoalmente, sou 100% a favor do ensino de design em faculdades. Afinal de contas, você pode facilmente aprender a construir casas através de apostilas na internet e livros: mas isso faz de você um engenheiro civil? Você contrataria uma pessoa que nunca fez uma faculdade de engenharia civil para construir a sua casa? Pense nisto.

Existe faculdade de Design de Interiores/Ambientes?
Sim, existem várias hoje em dia no Brasil.
Aqui em meu blog postei uma breve relação de algumas que fui encontrando pela web em minhas pesquisas. Não conheço todas elas porém vale ressaltar que quem faz o curso e o futuro profissional é o próprio acadêmico quando leva a sério a sua formação.

Onde posso arranjar trabalho na minha cidade?
Primeiramente, crie um portfólio: seja online ou seja impresso. Se você nunca fez nenhum serviço real, inclua trabalhos acadêmicos. Inclua sempre apenas aquilo que você gostou do que fez, esqueça os seus trabalhos “medianos” e “ruins”. Depois utilize o Google para procurar por termos como escritório de design, loja de móveis, decoração, escritório de arquitetura e outros. Em seguida, é só enviar o endereço do seu portfólio online ou enviar o seu portfólio (e currículo) via correio (ou deixar lá pessoalmente) e esperar. Se você tiver bons trabalhos e se mostrar competente, quem sabe o dono não te chame.

Onde que posso encontrar modelos de contrato e briefing?
Este é um ponto bastante confuso pois cada região do país funciona de um jeito.
Pode parecer que não mas as características regionais influenciam na formatação dos documentos.
O ideal é você tentar conseguir modelos com outros profissionais e ir adequando-os às tuas necessidades profissionais. É aquele joguinho de quebra cabeças: uma pecinha daqui, outra dali, mais outra de acolá e assim por diante e, quando você menos esperar, terá os seus documentos prontos.

É interessante participar de concursos?
Não, e vou explicar por quê*: de acordo com o capítulo III, Artigo 12º do Código de Ética Profissional do Designer Gráfico da Associação dos Designers Gráficos (ADG): “O Designer Gráfico não deve, sozinho ou em concorrência, participar de projetos especulativos, pelo qual só receberá o pagamento se o projeto vier a ser aprovado”. Pense neste exemplo: você é engenheiro civil e um cliente entra em contato com você e pede para que você construa uma casa para ele. Ele não diz onde, nem quantos quartos, nem nada. Só diz “Construa!”. Mas você não é o único: outros cinco engenheiros foram contactados e estão fazendo o mesmo. No final, o cliente vai escolher uma das casas e pagar por apenas esta. Você, que gastou dinheiro com mão de obra e materiais vai ficar no prejuízo. Mas e se você fosse muito muito muito bom e fizesse a melhor casa de todas, você ainda corre o risco de não ganhar e sabe por quê? Porque o cliente nunca falou quantos quartos queria, se queria uma casa grande, pequena, com piscina ou sem, etc. Não houve o “briefing”, então por melhor que tenha sido talvez não caiba nas necessidades do cliente. Os “concursos” são predatórios e trazem prejuízos ao mundo gráfico, então deveremos resistir e não participar!
* Na ausência de normas específicas em Interiores/Ambientes resolvi manter o texto original. Porém ressalto que não sou contra os concursos de Design Universitário pois acho estes uma grande oportunidade para quem está ingressando na área e força a pesquisa no meio acadêmico de forma positiva.

Quais os softwares que o designer de interiores/ambientes precisa dominar?
Primeiramente é preciso deixar bem claro que nada substitui o bom e velho desenho à mão.
Mas, em meio aos vários softwares disponíveis, os melhores e mais comumente usados são:
AutoCAD (2D e 3D)
3DMax
Virtual Designer
DIALux
Estes são os básicos mas existem vários outros. O uso vai depender da adaptabilidade do profissional à interface.

Tenho outras perguntas a fazer. Onde que pergunto?
Deixe sua pergunta nos comentários abaixo e visite o blog regularmente para conferir a resposta. Se for uma pergunta boa, eu adicionarei-a ao post.
* Eita ferro… peguei esta idéia de algum blog que visitei, copiei o texto e fui fazendo as alterações. Porém fui apagando e reescrevendo e acabei ficando sem a fonte rsrsrsrsrs coisas de quem tem virado as noites trabalhando… Se o autor do original ver isso aqui, por favor poste nos comentários pois nem dentro de meu reader consegui localizar.

GNT Sustentável

Em julho, a programação do GNT vai trazer uma série de atrações e documentários que abordam o tema da sustentabilidade. Os programas vão mostrar que, mesmo com pouco esforço, é possível mudar a ordem de um sistema que destrói cada vez mais o meio ambiente. As atrações trazem dicas, soluções, propostas e exemplos. E, dessa forma, o canal mostra diferentes maneiras de conviver com produtos ecologicamente corretos e economicamente viáveis e atrativos.

Para começar, no dia 3, às 21h, vai ao ar o documentário “50 dicas para salvar o planeta”, que ensina como melhorar as condições do planeta e a qualidade de vida das pessoas. No dia seguinte, às 21h, estréia a série “Vivendo com Ed”, na qual o ator Ed Begley Jr. e sua esposa, Rachelle Carson, dão dicas práticas de como criar um ambiente mais ecológico em casa.

Ainda no dia 4, às 21h30, estréia a série nacional “Um Mundo pra Chamar de Seu”, com apresentação da jornalista Rosana Jatobá e do ator Daniel Dottori. A cada programa, eles visitam ambientes como casas, apartamentos, condomínios, escritórios para observar o dia-a-dia dos moradores ou usuários e dar dicas de atitudes menos nocivas ao meio ambiente.

Já no dia 10, às 21h, será exibido o documentário “Simples e Sustentável”, que traz idéias de como se tornar um adepto do ‘verde’. A atração também aponta as últimas tendências em sustentabilidade, serviços, tecnologias e produtos mais naturais.

A partir do dia 14, “O Mundo de Valentina” volta à televisão com episódios inéditos, dentro do “Happy Hour”, sempre às 19h. A idéia do casal Gabriel Moojen e Francielle Zanon é mostrar como estará o mundo quando a filha deles, Valentina, agora com um ano, tiver 36 anos, a idade do pai

Na quinta, dia 17, às 21h, vai ao ar “Verde com Estilo”, que tem como objetivo reformar uma casa, seguindo os padrões ‘verdes’. Móveis e produtos prejudiciais ao ambiente passam por avaliação e seleção.

Já nos dias 24 e 31, sempre às 21h, serão apresentadas as duas partes do documentário “É possível salvar o planeta Terra?”, no qual o naturalista David Attenborough – referência em programas sobre a natureza – apresenta as causas do aquecimento global. Ele destaca, principalmente, o resultado catastrófico do aquecimento para o planeta. O filme mostra que a Terra só chegou a essa situação, em grande parte, por culpa do homem, que agora precisa ser responsável também pela salvação do planeta.

Os programas de linha do GNT também vão abordar o tema sustentabilidade. O “Manhattan Connection”, por exemplo, vai falar das posições dos candidatos à presidência norte-americana em relação ao meio ambiente. Já o “GNT Fashion” promete discutir o conceito de sustentabilidade aplicado à produção dos diversos tipos de couro, como o sintético ou o ecológico.

O “Alternativa Saúde” não poderia ficar de fora do assunto. Por isso, Patricya Travassos e Cynthia Howlett mostram a relação entre o ato de consumir e a questão do futuro do planeta. O “Irritando Fernanda Young” e o “Superbonita” também vão abordar o tema.

50 dicas para salvar o planeta - INÉDITO
Quinta-feira, 3 de julho, às 21h
Horários alternativos: sexta (4/07) às 5h; e sábado (5/07) às 6h

Vivendo com Ed - INÉDITO
A partir de 4 de julho, às sextas-feiras, às 21h
Horários alternativos: sábados, às 5h e às 19h

Um Mundo pra Chamar de Seu - INÉDITO
A partir de 4 de julho, às sextas-feiras, às 21h30
Horários alternativos: sábados, às 5h30 e às 13h; quartas, às 18h30; e quintas, às 13h30

Simples e Sustentável - INÉDITO
Quinta-feira, 10 de julho, às 21h
Horários alternativos: sexta (11/07) às 5h, e sábado (12/07), às 6h e às 20h

O Mundo de Valentina no ‘Happy Hour’ - INÉDITO
A partir de 14 de julho, segunda-feira, às 19h
Horários alternativos: terças, à meia-noite e quartas, às 12h30

Verde com Estilo - INÉDITO
Quinta-feira, 17 de julho, às 21h
Horários alternativos: sexta (18/07) às 5h e sábado (19/07), às 6h e às 20h

É possível salvar o planeta?
Quinta-feira, 24 de julho, às 21h – Parte I
Horários alternativos: sexta (25/07) às 5h, e sábado (26/07), às 6h e às 20h
Quinta-feira, 31 de julho, às 21h – Parte II
Horários alternativos: sexta (1/08) às 5h e sábado (2/08), às 6h e às 20h

 

É nóis na Roca!!!

Em Sampa, fui convidado para a festança “Arraiá da Roca” que aconteceu no último dia 24.

Fui com a Dry Diniz e por lá conheci várias pessoas dentre elas a Angela Maluf, renomada Designer de São Paulo. O melhor de tudo é que ela é super gente boa, não tem nada de estrelinha, empinada ou qualquer coisa do tipo. Ficou ali sentada na mesa conosco conversando, rindo, jogando bingo, comendo e bebendo, dançando quadrilha. Quem a vê na mídia não imagina que ela seja esta pessoa tão acessível e querida.

Super!!! Adorei conhecê-la.

Agradeço também a receptividade e atenção do pessoal da Roca, em especial ao Erik e ao Eduardo e claro, também pela festança que tava boa demais!!!! Ah, agradeço também pelos materiais e catálogos.

E indico a quem é de fora de São Paulo, quando estiver por lá ir conhecer o Espaço Roca que agrega Roca, Celite e Incepa num belíssimo show-room.

Avenida Brasil, 2188
Jardim América
São Paulo - SP
CEP 01430-001
Fone: +55 (11) 3061-5266

Mais pra frente posto outras fotos da festança!!!

 

Design de Interiores - Cursos

Bom, muita gente tem me perguntado - e também tenho visto em fóruns pela web - sobre faculdades e universidades que oferecem curso de Design de Interiores.

Claro que também tem os preguiçosos que buscam cursos à distância -que prefiro nem comentar mais sobre isto - ou aqueles cursos rápidos.

Então, numa rápida busca pela web encontrei um monte de cursos. Os apresentados à seguir são todos de nível superior seja graduação, sequencial ou tecnológico.

Não conheço todos os citados - marcarei com * aqueles que tenho maior conhecimento e indico - porém vale lembrar aqui que quem faz o curso é o aluno e o seu interesse e dedicação ao mesmo.

AL

CEFET
Rua Barão de Atalaia
Poço
2126-7000
Maceió-AL
http://www.cefet-al.br

BA

UNIFACS
Avenida Visconde de Itaborai, nº. 97/99
Amaralina.
71 3344-7260
Salvador – BA
http://unifacs1.tempsite.ws

CE

FIC
R. Visc. de Mauá, 1940
Dionísio Torres
60125-160
85 4005-9990
Fortaleza – CE
http://www.fic.br

DF

UNIEURO
Av. das Nações, Trecho 0
Conjunto 5
(61) 3445-5888
Brasília - DF
https://www.unieuro.edu.br

IESBI
SGAN Quadra 609 - Módulo D - Av. L2 Norte
CEP: 70850-090
61 3448-9800
Brasília – DF
http://www.iesb.br

UNIPLAN
SGAS 913 - Lotes 54/55
Asa Sul, Parte - Bloco H
70390-130
Distrito Federal
http://www.uniplandf.edu.br

ES

Faculdades Associadas do Espírito Santo*
Rua Anselmo Serrat, 199
(27)3321-1461
Vitória – ES
http://www.faesa.br

GO

Universidade Federal de Goiás*
Campus Samambaia, Caixa Postal 131
(62) 521-1159
Goiânia – GO
http://www.fav.ufg.br

Faculdade Cambury
Av. T 2 3531
Setor Sol Nascente
(62) 3236-3000
Goiania/GO
http://www.cambury.br/cursos1.asp

MG

Universidade do Estado de Minas Gerais*
Av. Amazonas, 6252
(31) 371-5430
Belo Horizonte – MG
http://www.uemg.br

Universidade Federal de Uberlândia*
Av. João Naves de Certa, s/nº, C. Sta Monica, Bl. I,sl 25
(34) 236-4122
Uberlândia – MG
http://www.ufu.br/

Centro Univ. Metodista Izabela Hendrix
Rua da Bahia 2020
31 3330-7266
Belo Horizonte – MG
http://www.metodistademinas.edu.br

UNICERP
Rua Artur Botelho, s/n
Campus Universitário 
38740.000
34 3839. 3737
Patrocínio – MG
http://www.unicerp.edu.br/

UNATEC
Rua Aimorés, 1.451, bairro Lourdes
CEP: 30.140-071
31 - 3235-7300
Contagem – MG
http://www2.una.br/

INAP
Av. Carandaí, 507
Funcionários
30130-060
Belo Horizonte - MG
http://www.faculdadeinap.edu.br

UNIUBE
Avenida Nenê Sabino, nº 1801
Uberaba – MG
http://www.uniube.br/

FUMEC
Rua Cobre, 200
Cruzeiro
0800.300.200
Belo Horizonte-MG
http://www.fumec.br

MT

Universidade de Cuiabá
Av. Beira Rio, 3.100 - Jd. Europa
Cep: 78015-480
Tel 65 615-1000
Cuiabá/MT
http://www.unic.br

PA

Unama-Universidade da Amazônia*
Av. Senador Lemos , 2809
091 - 4009-7100
Belém-PA
http://www.unama.br/

PB

CEFET
Av.Tranquilino C. Lemos, 671
Dinamérica
CEP: 58.107-000
83 - 3333.5740
Campina Grande/PB
http://www.cefetpb.edu.br

PR

CESUMAR - Centro Universitário de Maringá*
Av. Guedner, 1610 - Jd. Aclimação
Cep: 87050-390
Tel 44 3027-6360
Maringá/PR www.cesumar.br

UNOPAR - Universidade Norte do Paraná*
Av. Paris, 675
(43) 371-7840
Londrina – PR www.unopar.br

Uniandrade
R. Marumby, 283
Santa Quitéria
tel.: (41) 3219 4290
Curitiba - PR http://www.uniandrade.edu.br

Facnopar
(43) 3420-1700
Apucarana - PR http://www.facnopar.com.br

RJ

Universidade Cândido Mendes
R. Joana Angélica, 63, sl. 604
(21) 2523-4141
Rio de Janeiro – RJ
http://www.ucam.edu.br

Universidade Estácio de Sá
Av. Ayrton Senna, 2800 = parte
(21) 3410-7400
Rio de Janeiro

Universidade Federal do Rio de Janeiro *
Av. Brig. Trompowski, s/nº, Cid. Univ.
(21) 2290-2112
Rio de Janeiro - RJ

Universidade Salgado de Oliveira
Estrada Francisco da Cruz Nunes, 6501
(21) 2705-7227
Rio de Janeiro – RJ
http://www.universo.edu.br/

Universidade Veiga de Almeida
Av. General Felicissimo Cardoso 500
(21) 3325-2333
Rio de Janeiro – RJ

UniverCidade
Av. Epitácio Pessoa, 1664
Ipanema
21 25365000
Rio de Janeiro
http://www.univercidade.edu

RS

ULBRA*
Av. Farroupilha, 8001
Bairro São José
Cep 92425-900
Fone: (51) 3477.9113
Canoas/RS
http://www.ulbra.br/

Faculdade Montserrat
Rua Borges de Medeiros, 260
Centro Caxias do Sul - RS
54 3028-9797
http://www.montserrat.edu.br/

FAI
Rua Sinimbu, n° 1670
54 3028.7007
Caxias do Sul – RS
http://www.portalfai.com/

SC

FCTv
Rua dos Pioneiros, 46 – Centro
Rio do Sul – SC
CEP:89160-000
Fone: (47) 3522.7151
http://www.fctv.com.br/index.php

CESUSC
Rodovia SC 401, Km 10
Santo Antônio de Lisboa
CEP: 88050-001
48 3235-2600.
Florianópolis – SC
http://www.cesusc.edu.br

SE

UNIT
Av Murilo Dantas, 300
Bairro Farolândia
CEP: 49032-490
(79) 3218-2100
Aracaju
http://www.unit.br

SP - Interior

Unisantos*
Av. Conselheiro Nébias, nº 300 - sl. 105
Vila Nova - Santos/SP
CEP: 11.015-002
Telefone: (13) 3205-5555
Santos/SP
http://www.unisantos.br/index.php

Centro Univ. Nossa Senhora do Patrocínio - CEUNSP
Rua Madre Maria Basília 965
11 7823-0547
Itú – SP
http://www.ceunsp.edu.br

FAAL - Faculdade de Administração e Artes de Limeira
Av. Carlos Kuntz Busch, 800
Cep: 13485-905
Limeira/SP
http://www.faal.com.br

UNIVEM*
Av. Hygino Muzzi Filho, 529 - Campus Universitário
Fone (14) 2105-0800/ FAX(14) 3413-2516
Cep 17525-901
Cx.Postal 2041
Marília/SP - http://www.fundanet.br/

UNISANTA
Rua Oswaldo Cruz, 277
Boqueirão
CEP: 11045-907
13. 3202-7100
Santos/SP
http://www.unisanta.br

Centro Universitário Barão de Mauá
Rua Ramos de Azevedo, 423
Jd. Paulista
0800 183566
Ribeirão Preto - SP
http://www.baraodemaua.br

UNOESTE
Rodovia Raposo Tavares, Km 572
Bairro Limoeiro
Cep: 19.067-175
18 3229-2000
Pres. Prudente – SP
http://www.unoeste.br

UBC*
Av. Francisco Rodrigues Filho, 1233
Mogilar
Cep: 08773-380
Mogi das Cruzes/SP
http://www.brazcubas.br/portal/institucional.php?siteid=5

SP – Grande São Paulo

FAAP*
Rua Alagoas, 903
Higienópoli
01242-902
11 3662-7085
São Paulo/SP
www.faap.br

Centro Universitário FIAM-FAAM
Rua Eng. Isaac Milder, 355
(11) 3769-3009
São Paulo – SP
http://portal.fiamfaam.br

Centro Universitário de Santo André
Av Drº Alberto Benedetti 444
Santo Andre - SP
(11) 4438-0951
http://www.unia.br

Faculdade de Belas Artes de São Paulo *
R. Dr. Álvaro Alvim, 76
(11) 5576-7300
São Paulo - SP

UNICID
Rua Cesário Galeno, 448/475
(11) 2178-1212
Tatuapé – SP
http://www.unicid.br

Universidade Anhembi Morumbi
Rua Casa do Ator 90
Vila Olímpia
04546-000
11 3847 3000
SAO PAULO – SP
http://www.anhembi.br

 

Bom esta é uma pequena contribuição minha para vocês. Espero que possa auxiliá-los de alguma forma.

Se você conhece ou faz parte de alguma outra que ficou fora da lista, acescente-a nos comentários abaixo ok?

Saudações e bom curso!!!!

Iluminação e Arte

Iluminar peças de Arte não se faz da mesma forma que ambientes residenciais ou comerciais. Obras de arte são objetos, em sua maioria bastante sensíveis, e devem ser tratadas com zelo e cuidados especiais.

Toda peça de arte é confeccionada com materiais que são frágeis, delicados. A mistura luz + material na maioria das vezes acaba em resultados desagradáveis se o projetista não tiver domínio e conhecimentos sobre os efeitos negativos da luz sobre materiais.

Este cuidado também deve ser tomado quando o projeto é para ambientes pois a luz estraga sim  os materiais sobre os quais é lançada. Quem é dono de lojas sabe bem do que estou falando: aquelas peças em exposição na vitrine que saem “queimadas” depois de um tempo em exposição.

Dias atrás um lojista daqui me chamou para uma consultoria em sua loja de colchões. Todas as peças estavam desbotando rapidamente e naquelas onde haviam fachos concentrados, percebia-se uma marca de forma circular exatamente onde o facho de luz incidia. As lâmpadas e luminárias utilizadas em sua loja estavam deteriorando os produtos.

Não é nada difícil encontrarmos até mesmo dentro de casa, bancadas de madeira ou pedras também com essas marcas, perda de brilho, ressecamento enfim, vários eventos que nos indicam que algo não está bom ou funcionando direito.

Se esse tipo de dano acontece em materiais como madeiras e pedras, imagine então o que a luz não é capaz de fazer com estofados, cortinas e especialmente com os objetos de arte, com as tintas, pigmentos, tecidos…

O que a maioria das pessoas não sabem ou não levam em consideração é o fato de que as lâmpadas emitem uma alta carga de raios UV, especialmente os UVA. Estes raios são nocivos a qualquer material -  até mesmo a nós tanto que usamos bloqueadores no verão. Porém, a moda e beleza de certas lâmpadas e luminárias acabam por direcionar facilmente ao erro projetual quando não se leva em consideração este fator ou até mesmo de técnicas e equipamentos que visam diminuir o efeito dos raios UV sobre as peças de arte.

É, refiro-me aqui ao mesmo raio UV do sol e que temos de nos proteger especialmente no verão.

Nas normas técnicas internacionais, os objetos de arte estão divididos em três categorias de acordo com suas características compositivas, porém vamos usar aqui uma outra mais simples:

Pouco sensíveis: metal, pedra, vidro, cerâmica, jóias e peças esmaltadas.
Nesses materiais não se aplica uma quantidade máxima de lux/ano, porém deve-se levar em consideração o calor radiante.

Moderadamente sensíveis: pinturas (óleo, tempera), couros naturais, tecidos com tinturas estáveis, chifre, osso, marfim, madeiras finas e lacas.
Para esses materiais já temos de observar que durante o ano todo as peças podem receber no máximo 150 lux (360.000 lux/hora/ano) e o calor radiado não deve atingir as peças.

Extremamente sensíveis: pinturas (guache, aquarela e similares), desenhos, manuscritos e impressos, selos, papéis em geral, fibras naturais, algodão, seda, rendas, lã, tapeçarias, couro tingido e peles e peças da história natural.
Para esse grupo, temos de usar no máximo 50 lux (120.000 lux/hora/ano) e também evitar o calor radiante.

O quadro abaixo (I) tipifica com maiores detalhes os tipos de materiais e os cuidados necessários.

Para cada categoria descrita acima, existe um nível máximo tanto de luz quanto de incidência de raios UV como se pode ver. Há também um tempo máximo de exposição anual que esses materiais suportam e que devem ser respeitados.

O calor radiante ao qual me refiro é aquela sensação de calor que temos quando paramos embaixo de uma lâmpada, especialmente dicróicas e ARs. Para verificar se a iluminação de sua obra está correta quanto a isso, basta colocar a sua mão sobre a superfície da mesma. Se sentir calor em sua pele, apague a luz e reveja o projeto luminotécnico, pois certamente a sai obra está sendo danificada pela iluminação.

Quem já visitou museus entende perfeitamente o que coloco aqui. Os museus tinham até um tempo atrás um período de visitação curto que mal dava para vermos tudo ou quando chegavamos a alguma peça, a mesma já está com a luz apagada. Isso se devia àquele tempo máximo de exposição anual colocado acima. (120.000 lux/hora/ano). Eles tinham de dividir essa radiação máxima anual pelo tempo de exposição diária. Assim chegavam ao tempo máximo de exposição possível sem que a luz viesse a danificar as peças.

Para entenderem melhor esta parte sobre lux/hora/ano vou colocar aqui alguns exemplos:

Uma obra em guache, da categoria Extremamente Sensíveis: ela pode ficar exposta com a luz incidente por no máximo 4 semanas/ano ou 12.000 lux/hora/ano.

Uma obra à óleo, da categoria Moderadamente Sensíveis: poderá ficar exposta 10 semanas/ano ou receber 42.000 lux/hora/ano.

Uma escultura em madeira, da categoria Pouco Sensíveis: poderá permanecer exposta à luz por 20 semanas ou receber 84.000 lux/hora/ano.

E um detalhe importantíssimo: os casos acima referem-se às normas para museus e galerias de arte onde a aplicação de filtros que reduzem a radiação UV são obrigatórios pela inexistência de equipamentos adequados.

Hoje, estes mesmos equipamentos utilizados pelos museus e galerias de arte estão num ponto tal de tecnologia que vemos alguns museus e galerias abertos praticamente 24 horas por dia. Esta mesma tecnologia pode e deve ser usada em residências e espaços comerciais onde existam peças de arte expostas.

Para uma melhor compreensão das novas tecnologias vou seccionar os equipamentos:

Lâmpadas (fontes de luz): hoje já dispomos de lâmpadas ou fontes de luz que não emitem a radiação UV. Porém são materiais ainda caros e na maioria das vezes tem de ser importados. As mais fáceis de encontrarmos são as dicroleds (dicróicas com leds) que tem emissão zero de UV. Mas a Osram está com uma nova linha de lâmpadas halógenas (linha energy saver) que tem emissão zero de raios UV e quase zero de calor. Há ainda a fibra óptica. Porém tem de ser aplicado na base (fonte de luz) um filtro.

Lentes: as lentes foram desenvolvidas primeiramente para colorir (disco de cor) e posteriormente para aplicações técnicas em museus (filtros). São discos que podem ou não alterar a cor da luz, mas que tem em sua composição - ou aplicado à superfície – uma camada de PVB que reduz ou bloqueia a radiação UV.

Luminárias: existem varias que já prevêem a instalação de filtros e lentes mas a maioria das comuns – estas que você tem em sua casa - não podem ser adaptadas para receber este tipo de complemento. Existem algumas que já tem em seu espelho refletor filmes ou outros revestimentos que absorvem a radiação UV.

É fácil percebermos que os museus e galerias estão mudando seus projetos luminotécnicos. Para um leigo pode parecer que o trabalho foi apenas estético, mas na realidade eles vem sendo desenvolvidos para eliminar os riscos às peças. Hoje os grandes museus e galerias tem optado pelo uso dos LEDs ou da fibra óptica seja por sua qualidade na reprodução de cores ou pela emissão zero de radiação.

E esta tecnologia toda já está disponível também para os espaços residenciais e comerciais.

Um fator muito importante que é preciso ressaltar aqui é que se o seu projeto luminotécnico não foi desenvolvido tomando estes cuidados procure apagar as luzes que incidem sobre as peças. Deixe para acendê-las apenas quando você recebe visitas ou, no caso de ambientes comerciais, aplicar um sensor de presença que fará a luz acender somente quando alguém estiver próximo à peça. Com isso você irá garantir uma vida mais longa à tua obra de arte diminuindo os riscos de perda ou dano.

Mas lembre-se que mesmo assim, a troca das lâmpadas e equipamentos normais por estes especiais é essencial.

Outro fator bastante comum são os reflexos que ocorrem sobre a superfície das peças. Este erro acontece já na fase do projeto onde o ângulo de incidência não foi corretamente calculado ficando muito acima ou abaixo dos 30° no caso de telas em paredes.

Já em peças tridimensionais temos de levar em consideração que a mesma necessidade de no mínimo três focos de luz para que a mesma apareça como realmente é. Se colocamos apenas um foco superior temos uma visão bastante dramática com pontos de muita luz e outros de sombra total. Se colocamos um ponto atrás da peça, ao observarmos pela frente veremos a silhueta da peça e perderemos toda a textura. Se colocarmos um frontal teremos uma frente acesa e o resto apagado com uma luz chapada que nos faz perder a sensação de volume.

O ideal neste caso é adotarmos uma iluminação triangular onde temos uma luz de fundo fraca, uma superior forte e uma frontal fraca que servirá para preenchimento. Ou então optamos pelo sistema utilizado em estúdios de TV onde temos a luz de fundo e dois pontos frontal-lateral que banhará a peça por igual porém sem deixar a sensação de chapada.

Uma outra opção é deixar o objeto de arte ser banhado indiretamente pela luz do ambiente sem ter um foco direto sobre o mesmo. E colocar um foco direto para ser aceso apenas quando há visitas, por exemplo.

Outra ponto muito importante que não posso deixar de ressaltar é a influência da luz sobre as cores. As lâmpadas tem duas características que precisam ser observadas neste ponto: IRC (índice de reprodução de cor e a TC (temperatura de cor). O IRC diz a capacidade de fidelidade na reprodução das cores dos elementos iluminados. Quanto mais próximo do 100 mais corretas e reais serão as cores do elemento iluminado. A TC diz respeito àquela tonalidade da luz que vai do amarelo âmbar (quente) até o branco azulado (fria). O ideal neste caso é utilizar uma lâmpada o mais neutra possivel, com TC proximo dos 4000K (kelvin). É a mais próxima da luz do dia. Com estes cuidados, o seu vermelho nao irá virar laranja ou roxo por exemplo.

Se você tem condições de alterar o seu projeto de Light Design faça-o o quanto antes. Caso contrário, procure uma consultoria com um profissional de Light Design para verificar como você pode diminuir os efeitos nocivos da luz sobre as suas obras de arte.

Saudações iluminadas!!!

Paulo Oliveira

 
Quadro I – Categorias Moderadamente Sensíveis e Extremamente Sensíveis

CAT 1 / Materiais: pastéis, cores sensíveis ou de origem desconhecida, aquarelas, guache, tintas de impressão, tintas orientais, papéis tingidos, objetos tingidos da história natural, fotografias coloridas antigas e polaróides, sépias, tintas amarelas e vermelhas de origem desconhecida e qualquer produto similar de origem ignorada.
ISO 1, 2 e 3 / Pigmentos: laca amarela, pretos complexos, tinturas vegetais e índigo em algodão, índigo em aquarelas, quercina, carmim, aquarelas em papel, açafrão, azul flor-do-dia, vermelho curtume.

CAT 2 / Materiais: polpa de madeira, papéis de baixa gramatura, fotografias com revelação a base de prata, slides coloridos modernos, cybachromes, fotografias coloridas da década de 90 em diante.
ISO 4, 5 e 6 / Pigmentos: tinturas tradicionais, vermelhão, amarelo índio, principais vermelhos brilhantes (carmim, alizarina e garança).

CAT 3 / Materiais: papel de jornal de ótima qualidade, tintas à base de carbono, grafite, carvão, pigmentos de terra (ocres, óxido de ferro), giz, lápis vermelho, marrom, preto, crayons, foto P&B, gelatinas fotográficas, processos fotográfico com banho de ouro, selênio e outros processos permanentes, plásticos, polietileno e resinas sintéticas.
ISO 7 e 8 / Pigmentos: aquarelas, guaches e pastéis modernos e de alta qualidade, cádmio vermelho moderno, ultramarino, amarelo, amarelo cobalto, índigo e garança em lã.

 

Texto desenvolvido a partir da apostila “Iluminação de Museus, Galerias e Objetos de Arte” do professor Luís Antônio Greno Barbosa, da Universidade Estácio de Sá - RJ.

 

FONAI - Sustentabilidade e multidisciplinaridade

Ontem (26/06) tive o prazer de participar como convidado VIP do FONAI Maringá que foi realizado no CESUMAR.

Eu já vinha namorando este evento desde o ano passado porém a distância dos locais onde ocorreram e a correria do dia a dia me impediram de participar.

Mas este ano para minha surpresa o CESUMAR fez uma parceria com os organizadores do FONAI e trouxeram este evento para Maringá.

Pelo valor pago (R$ 170,00) posso dizer que este valor é irrisório e ridículo pela qualidade técnica tanto da organização do evento quanto pelos conteúdos abordados de forma precisa e direta pelos palestrantes, sem rodeios ou melindres. Jogo aberto mesmo e bastante claro.

O tema central do FONAI é a SUSTENTABILIDADE e este é o foco de todas as palestras. Mas ele vem diluído em temas como iluminação natural, iluminação artificial, eficiência energética, tecnologias e arquitetura e sustentabilidade.

Nosso planeta está doente e piora a cada dia e cabe a nós todos que lidamos com área ligadas à construção civil repensarmos as aplicações e meios que temos utilizado em nossos projetos.

Patricia Zofoli, do Procel Edifica, falou sobre este projeto da Eletrobrás e sobre a etiqueta que irá ser colocada em projetos que contemplem a aficiência energética nas edificações. Mais pra frente posto sobre isso assim que receber os matriais dela.

Ricardo, da OSRAM, apresentou os produtos da marca incluindo a nova linha de lâmpadas EnergySaver, que vale a pena que vocês conheçam. No site da Osram você encontra mais informações sobre esta linha de produtos e de todos os outros disponíveis no Brasil. Falou também sobre tecnologias em gerenciamento de iluminação e do novo padrão internacional para automação de projetos de light: DALI.

O Plínio de Godoy, Light Designer, falou sobre a divisão 3 do CIE Brasil. Apresentou os trabalhos que vem sendo desenvolvidos por este grupo e as perspectivas para o futuro. Falou também sobra a importancia da individualização da luz (tendência) e mais alguns outros pontos igualmente importantes.

A Claudia Amorin deu um show a parte falando sobre iluminação natural. Como este elemento vem sendo deixado de lado nos projetos e como este fato vem atrapalhando seriamente o habitar e a eficiência energética.

Claudia Torres, Light Designer, bateu muito forte na questão da integração na luz natural com a artificial, fator este que também não é levado muito em consideração pela maioria dos projetistas. Em breve aqui neste blog uma entrevista com ela.

A Schneider/Prime fez uma palestra sobre automação residencial e como isso pode auxiliar na eficiência energética.

O Arquiteto Manoel Dória apresentou alguns cases sobre arquitetura e sustentabilidade. Projetos integrados e em todos os sentidos.

Um engenheiro professor do CESUMAR que não me lembro o nome agora, falou sobre os impactos ambientais e como a área da construção civil é responsável por parte deste problema. Mas também falou sobre como a construção civil pode e deve tornar-se parceira e amiga do planeta em que vivemos. Balíssima apresentação esta.

É uma pena que nao percebi a participação de muitos Designers, a maioria eram aquitetos e engenheiros. Mas tinham ali alguns poucos presentes.

Porém o que mais gostei foram dois pontos básicos entre todos os palestrantes: multidisciplinaridade e parceria. Estes conceitos estiveram presentes em todas as palestras e todos foram unânimes: ninguém faz um projeto correto se quiser tomar conta de tudo sozinho. Arquitetura e engenharia são multidisciplinares e como tal necessitam de uma equipe (parceiros) também multidisciplinar para que o projeto venha a ser realmente eficiente e correto em todos os sentidos. O arquiteto cuida da arquitetura, o engenheiro da estrutura, o designer dos interiores, o paisagista do paisagismo, o light designer da iluminação e assim por diante.

Este conceito é uma realidade que pude perceber em São Paulo na semana passada quando tive contato com vários profissionais de renome e onde os mesmos afirmaram que tem vários parceiros exatamente por causa disso tudo.

Quem insiste em pensar desta forma (onipresente, auto-suficiente, etc) que se cuide e comece a repensar seriamente sobre suas posturas. Se você é daquele profissional que vê este tipo de coisa como um tal de “sombreamento profissional” meus sinceros pêsames pois você está enraizado na pré-história e está bem atrasadinho. Sozinho, ninguém é alguém.

Isso me lembra o que já postei aqui sobre uma entrevista do Francesco Ianone quando ele fala que o light designer nao é arquiteto, nao é engenheiro eletrico, não é decorador… ele é light designer e ponto final.

Bom, daqui uns dias vou postar mais detalhadamente sobre as palestras do FONAI, esta foi apenas uma breve apresentação de minhas impressões sobre o evento.

Fica aqui a minha indicação a todos para que participem deste evento pois realmente vale a pena. Acesse o site e veja onde será o próximo.

O planeta é seu, meu, nosso e é exatamente por isso que temos de fazer a nossa parte que beneficie a nossa geração e as futuras. Não podemos continuar sugando o planeta tresloucadamente como vem acontecendo.

Já que a indústria parace não importar-se, então que façamos nós a nossa parte.

Saudações mais que iluminadas!!!!

 

Coloquei terça e só cheguei na quarta…

Olá meus leitores e amigos.

Eu tinha colocado que estaria ausente até na terça feira mas acabo de chegar aqui em casa - quarta (22:30hs).

Muuuuuuuuuuuuitas novidades e muita coisa boa na bagagemque vou postando aos poucos nos póximos dias.

Sampa é Sampa, sempre fascinante e pra cada lado que você olhe tem muita coisa interessante acontecendo ou pra se ver.

Só pra ilustrar um pouco minha corridinha até lá:

1 - ETNA - lógico que não pode faltar e também não tem como sair se no mínimo 5 sacolas nas mãos ahahahha…

2 - Arraiá da Roca - muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito quentão, pipoca, pescaria, quadrilha e um pessoal super em todos os sentidos. Depois posto as fotos. Conheci pessoalmente um monte de gente super: Angela Maluf, Kiko, Wanda, Erik, Eduardo… depois faço a listinha certina com todos os nomes que agora ta dificil lembrar de todos.

3 - Espaço Luxcolor - belíssimo espaço, um pessoal super atencioso e de lambuja ganhei uma mala com um material de primeiríssima qualidade.

4 - Consolação - light e mais light… Ufa!!!! Quase que meus pés e pernas travaram de tanto andar por lá.

5 - Casa Cor - não fuuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiii mas também não me fez falta pois ocupei meu tempo com muitas outras coisas. Comprei o catálogo na banca.

Bom, por aí já da pra vocês terem uma idéia. Devagarinho vou postando sobre esta estada em Sampa.

E claro, não posso deixar de colocar aqui o meu agradecimento, de coração, à Dry Diniz que ficou me aturando e gritando: vira aqui, esqueeeeeeeeeeeeerdaaaaaaaaaaaa, entra lá, vai fechar, kkkkkkkkkkkkkkkk

Saudações!!!!!!

Paulo Oliveira

AUSENTE ATÉ TERÇA

Bom pessoal, informo que estarei ausente até a próxima terça-feira pois estarei em viagem e não terei acesso à web.

Porém podem continuar acessando o blog e postando seus comentarios.

Saudações!!!

 

E a mídia especialzada?

Ja ha bastante tempo venho analisando os materais “especializados” nas áreas de Interiores e Lighting e sempre faço aquele exercício que já postei aqui sobre análise, crítica e leitura projetual. Porém aqui entram vídeos, reportagens e outros materiais que nos dão maiores informações sobre o que está (ou nao) sendo mostrado.

O que posso denominar como “normal” e corriqueiro é encontrar erros crassos dentro destas matérias. Não me refiro aqui aos erros dos reporteres apenas mas sim, e princialmente, dos projetistas sejam estes designers, arquitetos, etc.

Das poucas que se salvam entre as revistas estão a Lume Arquiteturae a Lumière que são realmente muito especializadas. Indico a leitura e assinatura sem qualquer ressalva negativa.

Porém, o que mais gosto de ver é quando uma revista mais geral tenta abocanhar e encampar de tudo um pouco em suas páginas ou sites. Aí o bixo pega.

Recebi estes dias uma newslwter de uma dessas revistas e uma materia me chamou a atenção pois falava sobre iluminação.

Acessei o site e fui ver a matéria. Meio a contragosto pois ja imaginava quais os prováveis figurões estariam presentes. Na mosca!!! Dos 5 que pensei, a matéria referia-se a dois deles.

(Jabá Lígia… Jabá… rsrsrs)

Pois bem, comecei a assistir o tal vídeo e fui ercebendo algumas coisas:

1 - A repórter nao tranmite muita segurança e domínio sobre oassunto iluminação.

2 - Percebi que no primeiro projeto haviam muitos elementos mais importantes do que os que foram mostrados.

3 - Não ficou claro a quem se destinava a matéria: público comum ou profissionais. O texto pendia hora pro mais técnico e hora pro mais “popularzão”.

4 - Quando passou para o segundo ambiente é que a coisa pegou, e feio. Até metade da apresentação deste projeto as imagens estavam bonitas e nao se percebiam erros projetuais. Porém, quando passou  da metade as coisas erradas saltavam aos olhos de quem entende pelomenos um poco de iluminação. Porém, nem a reporter e tampouco os editores devem ter conhecimentos sobre para eixar passar um lapso desse tamanho.

Em resumo: plantas de chao de jardim sendo iluminadaspor spots com lâmpadas (creiam) AR111 instaladas a no maximo 20cm dos pés das plantas.

Creio eu que o efeito (realmente belo) deve ter aguçado o olhar dos editores e liberaram tudo. Porém, puxando para o lado técnico, quem conhece a lampada AR111 sabe muito bem que ela é uma das que mais projetam calor na direção do facho. Que são estas mesma lâmpadas que sempre dõ problemas em vitrines por mancharem (queimarem) peças expostas. E também, que a indicação do fabricante mostra alta irradiação de UV. Porém pa quemse aprofunda um pouco sobre iluminação ou light design, ou ate mesmo aqueles que já manipularam esta lâmpada sabem que a distancia minima de montagem recomendada é de 2,80m do objeto a ser iluminado. E mesmo à esta distância é sempre recomendado que se coloque a mão sobre o objeto para verificação se o mesmo não está esquentando com a luz.

O que eu quero dizer com isso?

Que em dois meses no máximo as plantas terão de ser todas trocadas pis estarão morrendo e sofrendo por causa da luz. Porém o projeto de iluminação difiilmente será alterado, mas a plantas? Existem inumeros viveros por aí…

Bom, se é erro de projeto ou erro de reportagem não posso afirmar com certeza pois a reporter apenas indicou “spot com lâmpada AR111″ o que dificulta uma análise mais realista.

Porém, pelas imagens não se percebe nenhum elemento de proteção, contenção ou bloqueio tanto do calor emitido quando dos raios UV.

Bom, fica aqui o meu alerta, especialmente aos profissionais e acadêmicos: não acreditem em tudo o que vêem nas tais “mídias especializadas”. Sejam mais técnicos que visuais e percebam os detalhes.

Para a mídia, ainda precisam aprender muito sobre as áreas de Interiores, lighting, etc. E por favor, sejam mais cuidadosos na seleção de conteudo.

Saudações!!!!

Tecidos ecologicamente corretos

Dias atrás a Deborah Vinci postou no design.com.br um artigo falando sobre tecidos ecologicamente corretos voltados à moda e de um selo de certificação nos mesmos moldes daqueles já empregados em madeiras e outros materiais.

Questionei em seu post sobre se ela tinha conhecimento de algum tecido voltado à nossa área de Interiores/Ambientes como tecidos para cortinas, estofados, roupas de cama, paredes, etc.

Fiquei com isso na cabeça e resolvi fazer uma breve pesquisa sobre o assunto no Google. Porém a primira informação mais real mesmo que tive veio através da revista Casa Claudia deste mês onde encontrei a indicação do trabalho da Desiner Têxtil Claudia Araújo que trabalha com tecidos feitos de garrafas PET recicladas, entre outros materiais.

De padronagem tradicional, a sutil beleza e rusticidade dos taPETs é realçada ainda mais por sabemos que temos em mãos um produto que, se lançado na natureza, iria demorar 100 anos para ser decomposto totalmente sendo portanto, ecologicamente correto.

  

Uma bela apresentação do trabalho dela pode ser visto através do PDF disponibilizado em seu site ou clicando aqui para baixa-lo.

Já no Google encontrei de tudo um pouco.

Uma dupla de designers de São Paulo que desenvolveram um tecido feito com bitucas de cigarro.

Descobri também a empresa Unafibras que trabalha com reciclagem de garrafas PET e produz tecidos voltados para moda, roupas de cama, estofamentos para carros entre outros.

A Santista Têxtil também está reciclando os retalhos de seus tecidos através de um processo onde os mesmos são transformados novamente em fios e trançados. Ela também trabalha com a reciclagem de garrafas PET e confecção de tecidos usando este material. Vale a pena ressaltar que a Santista está desenvolvendo um novo tecido que não utilizará o poliéster (sub-produto do petróleo) e sim, um plástico feito de amido extraído do milho. O nome desse filho? Ingeo. Em breve nas lojas!!!

É difícil encontrarmos nas lojas etiquetas “produto ecologicamente correto”. Isso tem um fundamento já detectado pelo Akatu em uma pesquisa: o publico brasileiro não vê com bons olhos produtos reciclados. Tem em sua cabeça que estes produtos são “sujos” e com qualidade inferior por serem feitos com materiais reusados. Quanta ignorância!!!!

Cabe a nós Designers mostrarmos aos nossos clientes que estes produtos são tão bons ou até melhores que osoutros.

Porém também encontrei coisas que valem a pena conhecer e que são tristes. Com a onda do Marketing Verde, muitas empresas estão tentando impor-se no mercado ecologicamente correto. Porém, muitas delas agem na contramão: usam tecidos pseudamente corretos mas não levam em consideração o processo de fabricação, como no caso dos tecidos feitos com fibras de bambu.

Nessa linha de reciclados e reciláveis que podemos (e devemos!) utilizar em nossos projetos, uma excelente fonte de pesquisa é o site do IDHEA.

Bom, como se vê, em um pequeno post já lancei várias dicas e direcionamentos. No entanto, isso não é nada perto da quantidade de links obtidos numa simples pesquisa no Google usando “tecidos reciclados”.

Faça a sua parte também!!!

 

E o tal CONAD???

Pois é, mais uma vez um monte de gente brigando comigo pois tínhamos de ir e lutar pelos nossos direitos etc e tal…

Porém, mais um CONAD se passou e absolutamente nada de realmente sério foi tratado.

Meu amigo Vinícius foi e, pelo que pode ser visto em seu blog, arrependeu-se amargamente pois, pra variar, um bando de aloprado falando nada com nada, com papos dignos daqueles livrinhos do Dr Lair Ribeiro de auto-ajuda e motivação.

Porém seriedade mesmo, ZERO!

Luta pelos direitos da classe mesmo??? ZERO!

Sobre o que os aloprados mor da diretoria fez com aquele grupo de DESIGNERS que estão trabalhando seriamente em cima de um modelo de Projeto de Lei que visa Regulamentar o DESIGN como um todo, bancando um ar de arrogantes e “não precisamos disso”, queimando assim o pessoal de Design de Interiores junto a este grupo? ZEEEEEEEEEEEEEROOOOOOOOO!!!!!!

Mas é claro que eles não iriam assumir (e nem vão) isso tudo publicamente afinal, é difícil descer do salto e ser humilde…

E assim caminha a humanidade rsrsrrs

Enquanto uns adoram posar de bonitos pras fotos (muitas vezes porque nao tem grana pra pagar o jabá) e continuam na babação louca em cima de um grupello que se acha os reis da cocada, outros caem fora ao perceber a falácia e mentira descarada que aquilo tudo é. Inclusive algumas pessoas que já foram até mesmo presidente daquilo lá e que hoje arrependem-se amargamente.

Inconsequentes, imorais e aloprados!!!!

Sem contar que, como exposto em meu post anterior, criminosos, mafiosos e como tais merecem ser tratados!

Se você continua ligado aquilo, caia fora! Só estão de olho em seu dinheirinho e só agem para proteger os interesses de quem NÃO É DESIGNER.

Estufe o peito e grite com prazer:

XÔ ABD!!!

 

 

ABD - Já deu o que tinha que dar. Basta!

Recebi isso por e-mail através de um colega de profissão. Posto meus comentários depois do texto…

“Qual o futuro da Reserva Técnica?

Caros Colegas,

Realizamos no dia 07 de Maio, em parceria com a Revista Kaza, um Encontro com Empresários em São Paulo com o tema “O Futuro da Reserva Técnica”. Estiveram presentes como debatedores, o Dr. Igor Nascimento de Souza advogado tributarista, com larga experiência nas causas junto ao Ministério da Fazenda e Receita Federal, os empresários João Saccaro, diretor da Saccaro e Eduardo Machado, diretor da Artefacto, além de Renata Amaral, diretora da ABD e do Dr. Rodrigo Eterovic, advogado da ABD. Podemos resumir da seguinte maneira as conclusões que o debate nos proporcionou:

a) O mercado do design de interiores está, cada vez mais, impactado pela especificação. Muitas vezes, os negócios gerados através dos designers de interiores podem responder por até 80% das vendas em muitos fornecedores. Na média, segundo estudos feitos pela ABD, essa participação atinge a 40%, mesmo considerando lojas de materiais de construção, por exemplo.

b) Essa realidade de mercado está diretamente associada ao avanço na prática do comissionamento das empresas para os designers de interiores. Inicialmente restrita a um grupo especifico de fornecedores, em geral lojas de decoração mais sofisticadas, a reserva técnica está hoje disseminada em diversos segmentos. Grandes organizações do varejo praticam a RT. O mesmo acontece em indústrias.

c) É preciso estar atento aos desdobramentos da crescente pressão dos órgãos públicos (Ministério da Fazenda e Receita Federal) para a formalização de diversos segmentos da economia, entre eles, a área de prestadores de serviços. O pagamento da RT deve estar orientado para essa nova realidade.

d) Entende-se que a prática da RT seja legítima, porém existe de fato a necessidade de promover no segmento a adoção de certos procedimentos para que o pagamento da RT possa ser melhor estruturado nas empresas e também nos escritórios. Vejam quais são esses procedimentos:

- a empresa que concede a RT deve exigir a filiação do profissional à ABD como condição para comissionar. Isso é uma forma de proteger a empresa e o profissional no comissionamento. A ABD pode agir aplicando o código de ética, orientando seus associados (empresas mou profissionais) quando verifica uma conduta inadequada. Mas se o profissional (ou a empresa) não é associado ABD, a entidade nada pode fazer. Por isso, não basta exigir o CREA. A filiação à ABD é importante.

- o profissional para ter direito à RT deve, efetivamente, especificar o produto ou serviço para seu Cliente, materializando esse ato através do encaminhamento antecipado de uma solicitação de orçamento, com a identificação do Cliente, por e-mail ou por telefone. Outra possibilidade é o profissional visitar o fornecedor acompanhado ou não do Cliente. Em qualquer situação, deve haver a identificação do Cliente.

- a empresa que comissiona define as condições (percentual, forma e prazo de pagamento) e se compromete a cumpri-las.

- a empresa se compromete a não oferecer como desconto a RT quando o Cliente declara que não tem Arquiteto ou Designer de Interiores envolvido na operação.

- a ABD orienta os associados a serem transparentes com seus Clientes comunicando que existe uma prática no mercado - a RT - e que essa condição não afeta o preço final do produto (para isso, a empresa que pratica a RT deve se comprometer com a não alteração de preço quando existe um profissional ou concedendo descontos quando não existe).

- a ABD recomenda aos seus associados profissionais que façam da RT uma forma adicional de captação de recursos. Quando a RT representa mais do que 20% do faturamento de um escritório de Arquitetura ou Design de Interiores o negócio corre risco. Portanto, cabe à ABD fazer alertas aos associados, ajudando esses colegas a compreenderem o risco de depender de fontes de renda que não sejam fruto da remuneração pelo projeto ou administração de obra.

- a ABD continuará a promover seminários e palestras (a pauta do CONAD 2008 está toda estruturada na Organização e Operação dos Escritórios) preparando seus associados para negociar melhor seus honorários, estabelecer novas formas de remuneração e adotar sistemas modernos de gestão do negócio. Só em 2007, foram realizados 100 eventos em todo o Brasil com a presença de 12.000 profissionais.

- a ABD está preocupada com o desdobramento que a RT pode ter com a crescente pressão dos órgãos públicos que exigem a formalização da operação. Nesse sentido, está orientando seus associados na melhor alternativa para constituição de pessoa jurídica.

Importante: Associe-se à ABD e fortaleça uma instituição cuja finalidade é promover ações que possam contribuir para a adoção das melhores práticas no exercício profissional e na estruturação do mercado.

Profissional e Empresário: se você ainda não é um associado ABD acesse http://www.abd.org.br e venha participar desse movimento.

Abraços,

Roberto Negrete - Presidente da ABD”

É impressionante o descaramento e cara de pau da ABD mesmo através de informativos oficiais da associação.

Os destaques em negrito apontam para dois pontos

Primeiro: a formação de cartel é evidente o que caracteriza CRIME segundo o Código Civil Brasileiro. Seria muito mais ético e mereceria aplausos e reconhecimento de todos se a ABD lutasse por coisas do tipo independete se o profissional é ou não associado à ela. No entanto, a panelinha fervilha e eles pensam que estão acima das Leis e que só quem fica lá babando ovo merece ser tratado como profissional e respeitado como tal. No entanto cale-se e não opine pois nós ditamos as regras pois somos ditadorezinhos.

Segundo: a tentativa de colocar-se, mesmo após colocar uma falácia criminosa como a acima descrita, como entidade séria e que realmente luta seriamente pela categoria profissional. Lutar por “melhores práticas no exercício profissional e na estruturação do mercado.” nem de longe tem a ver com este tipo de açao. Muito pelo contrário, isso só reafirma a formação de CARTEL, de panelinhas umbiguistas e o uso de uma políticagem excludente típica de partidecos políticos: se você não está conosco é inimigo e como tal deve ser tratado.

O mal da ABD, o seu câncer, é exatamente esta política onde postam-se como deuses detentores de todos os saberes e direitos e que estão acima da LEI onde ignoram os apelos de seriedade e ética de quem não faz parte da mesma por causa disso.

Já cansei de enviar e-mails solicitando esclarecimentos sobre estas ações embusteiras e nunca obtive resposta alguma sobre nada. Preferem continuar em seu joguinho de faz de conta de que tudo está bem, de que tudo o que fazem é correto e o melhor para o mercado e para os profissionais.

Se fosse realmente assim, eles teriam levado à sério a reunião com o grupo de Designers que está realizando o projeto de Regulamentação do Design no Brasil e não teriam colocado-se como arrogantes imbecís do tipo “não precisamos disso pois já temos o nosso próprio projeto” como se Interiores não fizesse parte do Design. E pior, o projeto que a ABD diz ter não vai mudar absolutamente nada e tampouco faz distinção entre decorador, designer de interiores ou arquiteto de interiores até mesmo porque eles mesmos desconhecem as diferenças básicas entre elas.

Realmente chega! Já ultrapassaram todos os limites do bom senso, da falta de ética e do descaramento.

É um lixo e merece ser tratado como tal daqui pra frente.

Até então eu estava mantendo um certo tom amigável na ilusória tentativa de que alguém de lá pudesse esclarecer alguns pontos duvidosos sobre a atuação dessa associaçãozinha mequetrefe e embusteira. Porém como preferem ignorar a mim e a tantos outros Designers indignados com tudo isso, agora será no pontapé na bunda.

BASTA DE GENTE MENTIROSA E MELINDROSA QUE NAO TEM CORAGEM DE ENCARAR AS SUAS PROPRIAS MENTIRAS!

Se você é Designer mesmo (formado em alguma área do Design) e está associado à este antro, caia fora em nome do bom nome do Design Brasileiro. O post abaixo (do presidente da Kartell) tem muito a ver com isso tudo. Deixe aquele antro pros “dezáiners” e vamos juntos construir um futuro realmente sério para o Design Brasileiro.

Paulo Oliveira

 

 Texto também publicado no Blog Design.com.br

 

Quer estudar mais sobre Lighting Design?

Então aproveite a lista abaixo das enidades que oferecem cursos aqui no Brasil.

Acesse o site e entre em contato:

LAC - Lighting Application Center
São Paulo
Tel: 11 2125-0606
http://www.luz.philips.com

Curso de Luminotécnica Osram
São Paulo
Tel: 0800 55 7084
sac@osram.com.br

Ceilux
Minas Gerais
Tel: 31 3221-4818
http://www.ceilux.com.br
cursos@ceilux.com.br

AEA – Academia de Engenharia e Arquitetura
São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro e outras.
Tel: 11 2626-0101 / 11 3739-0901
http:// www.aeacursos.com.br

Instituto de Iluminação GE
Rio de Janeiro
Tel: 0800 78 7843
falecom@ge.com

Cursos de Atualização Profissional da Câmara de Arquitetos e Consultores
São Paulo
Tel: 11 3868-3090
http://www.camaradearquitetos.com.br

Assoc. Bras. de Ensino de Arquitetura e Urbanismo
Brasília - DF
Tel: 61 340-0223
http://www.abea-arq.org.br
abea.arq.urb@uol.com.br

FUPAM - Fundação para a Pesquisa Ambiental / USP - Universidade de São Paulo
Cursos de Especialização em Conforto Ambiental e Conservação de Energia, Introdução à Iluminação Artificial de Edifícios, O Uso Eficiente do Vidro na Arquitetura, entre outros.
São Paulo
Coordenadora Geral dos Cursos - Cláudia Moreira
Tel: 11 3091-4566 / 3819-4999
http://www.fupam.com.br
claudia@fupam.com.br

 

Pós Graduação

:: BRASIL

ILUMINAÇÃO APLICADA - ARTE, ARQUITETURA E ENGENHARIA
Coordenação: Eng. Carlos Russo e Eng. Prof. João Gabriel Pereira de Almeida
Locais: Belo Horizonte (MG); Campinas (SP); Caxias do Sul (RS); Curitiba (PR); Fortaleza (CE); Manaus (AM); Marabá (PA); Palmas (TO); Ribeirão Preto (SP); São José dos Campos (SP); São Paulo (SP); e Vitória (ES).
Pré-requisitos: Formação superior. São admitidos 10% de alunos sem diploma superior ou com curso superior em fase final, mediante análise curricular.
Duração: 18 meses
Formato: Sextas-feiras, das 18 às 23 horas; sábados das 8 às 18 horas; e domingos das 8 às 13 horas; um final de semana por mês.
Informações: contato@ciadoscursos.com.br, (11) 3385-3015, (54) 3027-2020 ou www.ciadoscursos.com.br

DESIGN DE LUMINÁRIAS
Coordenação: Luís Emiliano Costa Avendaño (mestre em Gestão do Design, proprietário da Leca Design & Comunicação).
Local: São Paulo (SP)
Pré-requisito: formação em curso superior
Observação: Se o aluno não for graduado e tiver interesse em cursar alguns módulos, receberá certificado de extensão universitária.
Duração: 18 meses
Formato: duas vezes por semana, 8 horas semanais
Informações: (11) 3667-4000 e 3826-6734
pos@oswaldocruz.br
Faculdades Oswaldo Cruz - www.oswaldocruz.br

ENGENHARIA DE ILUMINAÇÃO
Coordenação: Públio Mello (engenheiro eletricista eletrônico, professor universitário e diretor do CEASEG - Centro de Cursos Livres).
Locais: Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Teresópolis (RJ). Demais localidades, consultem a coordenação.
Pré-requisito: formação em curso superior
Duração: 18 meses
Formato: um final de semana por mês
Informações: (21) 2482-4045
publio.mello@gmail.com
Universidade Castelo Branco - www.castelobranco.br

PROJETOS DE ILUMINAÇÃO
Coordenação: Ricardo Lopes (lighting designer - especialista em docência superior em fundamentos e práticas educativas pela Universidade Estácio de Sá).
Local: Rio de Janeiro (RJ)
Pré-requisito: formação em curso superior
Duração: 14 meses (360 horas/aula)
Formato: terças e quintas-feiras, das 19 às 22 horas
Informações: (21) 3410-7400
iluminacao@estacio.br
Universidade Estácio de Sá - http://www.estacio.br/posgraduacao/cursos/arquitetura/pro_ilu.asp

APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL EM ILUMINAÇÃO ARQUITETURAL
Coordenação: Ricardo Lopes (lighting designer - especialista em docência superior em fundamentos e práticas educativas pela Universidade Estácio de Sá).
Local: Rio de Janeiro (RJ)
Pré-requisito: formação em curso superior e/ou pós-graduados em Projetos de Iluminação.
Duração: 7 meses (180 horas/aula)
Formato: terças e quintas-feiras, das 19 às 22 horas
Informações: (21) 3410-7400
iluminacao@estacio.br
Universidade Estácio de Sá - www.estacio.br

ILUMINAÇÃO E DESIGN DE INTERIORES
Coordenação: Jamile Tormann (arquiteta, lighting designer, pós-graduada em Iluminação e Designer de Interiores pela UCB - RJ, com Licenciatura Plena em Artes - Habilitação em Artes Visuais pela FADM-DF, e autora do livro “Caderno de iluminação: arte e ciência”).
Locais: Porto Alegre ( RS), Florianópolis (SC), Curitiba ( PR), São Paulo ( SP), Campo Grande (MT), Cuiabá ( MS), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Goiânia ( GO), Palmas ( TO), Belém (PA), Rio Branco (AC), Natal ( RN), Manaus ( AM), Recife (PE) e Salvador (BA).
Pré-requisito: Formação em curso superior.
Duração: 1 ano e oito meses
Formato: sextas-feiras, das 18 às 23 horas; sábados das 8 às 19 horas; e domingos das 8 às 13 horas (sendo um fim de semana por mês)
Informações: (62) 3945-5050
cursos@ipoggo.com.br
Universidade São Marcos em parceria com o IPOG - Instituto de Pós-Graduação - www.ipoggo.com.br

ILUMINAÇÃO
Coordenação: José Luiz Galvão (arquiteto/ FAU-UFRJ e Master of Sciences / The Pennsylvania State University)
Local: Rio de Janeiro (RJ)
Pré-requisito: formação em curso superior
Duração: 13 meses
Formato: terças e quintas, das 18h20 às 21h10
Informações: (21) 3325-2333 ramal 153
arquiteturadeiluminacao@gmail.com / luz@uva.br
Universidade Veiga de Almeida - www.uva.br

ESPECIALIZAÇÃO LATO-SENSU EM ILUMINAÇÃO NATURAL E ARTIFICIAL NO AMBIENTE CONSTRUÍDO
Coordenação: Marcelo de Andrade Romero (professor titular, doutor e mestre em Estruturas Ambientais e Urbanas) e Márcia Peinado Alucci (professora, doutora e mestre em Arquitetura e Urbanismo)
Local: São Paulo (SP)
Duração: 476 horas
Formato: segundas, terças e quartas-feiras, das 19h às 23 horas
Informações: (11) 3819-4999, claudia@fupam.com.br ou camila@fupam.com.br
Fundação para a Pesquisa Ambiental - www.fupam.com.br

EXTERIOR

Alemanha

Universidade de Ciências Aplicadas de Hildesheim (Hildesheim)
www.fh-hildesheim.de

Universidade de Wismar (Wismar)
www.hs-wismar.de

Argentina

Universidade Nacional de Tucumán (San Miguel de Tucumán)
www.herrera.unt.edu.ar

6ª EDIÇÂO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÂO EM MEIO AMBIENTE E ILUMINAÇÂO EFICIENTE (MAVILE)
Local: Tucumán (Argentina)
Duração: 400 horas
Datas: 4 de Março - 30 de Junho de 2008
Informações: ilum@herrera.unt.edu.ar (PDF)
Universidade Nacional de Tucumán - www.herrera.unt.edu.ar

Estados Unidos

Instituto Politécnico Rensselaer (Troy, Nova York)
www.lrc.rpi.edu

Parsons Escola de Design (Nova York, NY)
www.parsons.edu/aidl

Universidade de Nebraska-Lincoln (Omaha, Nebraska)
www.ae.unomaha.edu

Inglaterra

The Barlett (Londres)
www.bartlett.ucl.ac.uk

Itália

Instituto Europeo di Design (Mil